PT99403B - Processo e dispositivo para orlar panos de tecido e dispositivo de orlar numa instalacao de costura para panos de tecido, em especial pano turco - Google Patents
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Description
Por conseguinte, a presente invenção refere-se a um dispositivo de orlar ou embainhar que faz parte de uma máquina de costura, parei panos de tecido, em especial , pano turco, assentando o pano de tecido, pelo menos junto da orla a formar, nas duas arestas periféricas do pano de; tecido.
F.P.
ern placas cie base respectivas, sobre as quais é suportado um dispositivo de viragem das orlas respectivo, podendo o pano de tecido ser puxado por meio de um dispositivo de tracção com as arestas periféricas através do dispositivo de viragem das orlas, para o que, de preferência estão dispostos nos bordos longitudinais orlados conjuntos de rolos, accionados por um motor, que prendem o pano de tecido, estando além disso dispostas a seguir ao dispositivo de viragem das orlas, de cada uru dos lados, uma maquina de costura para coser a orla virada.
É conhecido urn dispositivo de orlar deste género da patente DE 32 49 642 C2.
Embora também este dispositivo tenha trazido vantagens, consideráveis relativamente â técnica anterior, surgiram no entanto diversas dificuldades.
Nos dispositivos tensores descritos na técnica resultou, quando da agulhagern do pano de tecido, na ourela exterior do tecido, uma dobra na zona da borda exterior da zona sem pêlo, não sendo a distância dessa dobra à aresta da zona com pêlo constante. Isso tem como consequência que resulta urna formação irregular da bainha.
dispositivo de viragem da orla conhecido é neste estado da técnica constituído por urna rnanga de embainhar (parafuso sem-fim).
Quando, nessa manga de embainhar, sntrarem zonas de espessuras diferentes do produto a orlar, que sao determinadas essencialmente pelo padrão ou dobras do pano de tecido ou pano turco, podern surgir congestionamentos na manga de embainhar (parafuso sern-f irn) . Messes casos, os aarafusos sem fim de embainhar rígidos podern não trabalhar : >at isf a toriarnen te.
Partindo deste estado da técnica, a presente invenção tern por objectivo proporcionar urn processo e trn dispositivo para a realização desse processo, nos quais se evitam, na formação das orlas, dobras perturbadoras e o lispositivo de viragern das orlas é insensível ás secções de grossura variável do pano de tecido no qual se pretende formar . t orla.
De acordo com este processo, propcie-se parei a solução deste problema que o pano de tecido seja alinhado com a sua zona sem pêlo, em seguida que se fixe a zona sem pêlo numa largura correspondente à largura da bainha e seja Levantada do plano do pano de tecido, segundo um ângulo mde 90°, nei zona saliente, parei cima, e seja assim mantida, que em seguida se fixe, em mais de 90°, em torno da aresta de viragem da zona elevada, e seja assim a zona elevada numa largura correspondente â largura dei bainha, virando-se em seguida de outros 90°, no mesmo sentido, e seja assim mantida, que em seguida se vire azona final, da aresta virada da zona elevada de outros 90°, e seja assim mantida e que em seguida se vire de 90°, no mesmo sentido, a zona de camada dupla assim formada, e seja assim mantida e que se cosa a bainha ou orla assim formada, realizando-se as fases do processo de maneira continua durante a passagem do pano de tecido.
No que respeita ao dispositivo, propõe-se, para a resolução deste problema, que o dispositivo de viragem das orlas seja constituído por um sistema de elementos de guia, em parte elásticos e em parte rígidos, dispostos uns a seguir aos outros na direcçao do movimento do pano do tecido, designadamente uma régua de guia rigida na qual assenta a zona periférica sem pêlos do pano de tecido e em cujas arestas longitudinais é guiada a aresta periférica da zona com pêlos, bern corno outros elementos que estão dispostos uns depois dos outros na drecção do movimento do pano de tecido, por cima da régua de guia, a uma distância correspondente à espessura da zona periférica, em especial a urna distância pouco maior do que a zona periférica sem pêlos, designadamente um patirn de orientação ao qual se encosta a aresta periférica da zona com pêlos que se encontra na face superior do pano de tecido, sendo o patim director feito elástico em especial no sentido da zona com pêlos, uma viga de guia, de preferência rigida, que apresenta uma superfície de guia longitudinal que se estende paralelarnente á aresta periférica da zona com pêlos e uma superfície de retenção que cobre a zona sem pêlos que se estende paralelarnente ao plano da zona sern pêlos, tendo a superfície de retenção uma largura
nenor do que a largura da zona sem pêlos, apresentando urn bloco condutor, elástico em especial na direcção transversal, que está colocado lateralmente junto da viga de guia e apresenta uma superfície de guia que prende por baixo a área da zona sem □elos saliente lateralmente em relação à viga de guia e que se dirige a partir do plano da superfície de retenção da viga de guia, subindo no sentido do movimento do pano de tecido, e apresenta urna aresta periférica que forma um intervalo de cassagern corn a viga de guia, apresentando o intervalo de passagem pelo menos uma largura que corresponde â espessura da zona sern pêlos, urn dedo condutor elástico de preferência verticalmente, que apresenta urna aresta condutora para a extremidade da zona sern pêlos do pano de tecido que fica saliente para fora do intervalo de passagem, que se estende, começando no lado do intervalo de passagem dirigido verticalmente, oposto â face do tecido, obliquarnente atei· rnais acima da viga de guia, urn elemento de formação da orla que está colocado a seguir ao dedo condutor e apresenta uma superfície ::le retenção para a área da zona sem pêlos virada pelo dedo condutor, estando a referida supeficie de retenção colocada por cima da viga de guia, seguindo-se â viga de guia duas laminas de viga, urna das quais se estende paralelarnente ao pano de becido e cobre a zona sem pêlos, dirigindo-se a outra prirneirarnente verticalmente no alinhamento da superfície de encosto vertical da viga de guia da outra zona parcial da área sern p~elos, e flectindo depois até seguir numa posição paralela â primeira lâmina de viga e formando corn ela urn intervalo de passagem para uma camada da zona sern pêlos, sendo a superfície de retenção do elemento de formação da orla formada a partir de urna posição que se encontra acima da viga de guia , inclinada arn relação ao pano de tecido e aproximando-se deste e apresentando urna superfície de encosto que se segue â lârnina de i/iga desviada, que define com a lârnina de viga um intervalo de passagem para urna zona parcial da área sern pêlos, bern corno urna cobertura da orla a seguir ao elemento de formação da orla, que aprsenta urna superfície de retenção que se estende por cima da extremidade dirigida horizontalrnente da lârnina da viga desviada, formando.....se entre a superfície de retenção e a
superfície terminal da lâmina de vga um intervalo de passagem para uma zona da área sem pêlos.
Segundo a presente invenção, a manga de orlar (parafuso sem-fim), até agora usualmente rígido, é substituído por um dispositivo de viragem das orlas nultiplamente elástico e portanto compensando as tolerâncias do tecido. Devido ao facto de a operação de formação da orla se decompor em vários passos sucessivos, é possível, em contraste corn a rnanga de orlar rígida fechada até agora usual, observar e também corrigir a operação de orlar em curso, em vários pontos, com precisão. Além disso, com o dispositivo segundo a prsente invenção podem obter-se elevadas velocidades de trabalho, de modo que. podem usar-se a velocidade usual nas máquinas de costura industriais até 8000 rpm.
Para aplicar ao tecido as forças de tracção necessárias, podern prever-se na saída do pano de tecido sares de rolos accíonados.
Mas pode também utilizar-se o transportador das máquinas de costura do dispositivo que cose a costura para o transporte) do pano de tecido. A configuração é ;al que o patim de orientação seja flexível elasticamente na firecção vertical „
A primeira secção parcial dos blocos condutores pode seguir-se uma chapa de eliminação das dobras :jue fica saliente do bloco condutor correspondente no sentido lo transporte do pano de tecida e continua a supefície de guia :i.ncl:inada do bloco condutor, a firn de, desse modo, obter uma ilevaçao correcta da secção correspondente da orla. Os blocos i ;ondutores podem adioionalrnente ser formados elásticos na firecção transversal..
A viga de guia é feita de preferência 'igida, portanto sem elasticidade. A régua de guia deve também ser de preferência nao elástica.
dedo condutor é mantido fixo na armação e pode sere elástico na direcção vertical.
elemento de formação da orla ou .bainha é feito rígido e mantido fixo na armação.
Também a cobertura da costura é mantida fixa na armação e não é elástica..
Numa forma de realização aperfeiçoada preferida, previu-se que o patim de orientação apresente, no sentido do movimento do pano de tecido, primeiro uma primeira área dirigida paralelamente á aresta periférica longitudinal do pano de tecido, uma segunda área que se situa no plano do pano de tecido, inclinada em relação á primeira, e uma terceira área dirigida paralelamente á aresta longitudinal periférica do pano de tecido.
Esta configuração serve para que o pano de tecido que entra seja orientado grosseiramente na primeira zona, enquanto que se realiza o alinhamento fino sobre a superfície inclinada e na entrada na segunda zona, de modo que o pano de tecido pode entrar então de maneira ordenada e na posição correcta nos elementos seguintes.. Desde que o pqno seja guiado para os elementos de formação da costura com precisão por meio de outros dispositivos, pode dispensar-se a configuração especial atrás descrita..
Para a formação da costura a partir de três zonas do tecido iguais e sucessivas da zona sem pêlo., previu-se que a viga de guia apresente uma largura de um terço d a z o n a s e m p ê 1 o s,.
Consegue-se desse modo que seje mantido um terço da zona ssern pêlo no plano do pano de tecido, enquanto que dois terços da largura da zona sem pêlo sejari levantados pelos elementos de guia correspondentes e virados.
Numa outra forma de realização aperfeiçoada preferida previu-se que o bloco condutor seja formado por três blocos condutores, dispostos uns a seguir aos outros no sentido do deslocamento do pano do tecido, a uma certa distância uns dos outros, estando o primeiro e o terceiro blocos condutores ligados através de uma placa de Ligação rígida e sendo o bloco condutor médio independente, sendo c bloco condutor médio e a placa de ligação dos dois; outros: blocos condutores mantidos; com uma tensão prévia, no sentido dc viga de guia ou das suas lâminas, por meio de rnolas de apoio fixadoas; na armação.
Consegue-se deste modo urna adaptação ainda melhor ao material que passa, de estrutura ou espessuríi variável..
Alem disso previu-se vantajosamente que o bloco condutor ou cada um dos blocos condutores seja, formado por uma chapa de ferro que apresenta no seu ladc voltado para a viga de guia, ou para as lâminas da viga de guia, uma aresta inclinada para trâs.
Esta configuração torna possível urr fabrico rnuito si.mp3.es e portanto económico, representando s configuração inclinada da aresta periférica um guiamento correcto para a zona sem pêlo que entra em contacto com a mesma, sem representar qualquer obstáculo para o movimento.
Previu-se ainda, convenientemente, que a vigei de guia seja constituída por uma viga substancialmente de secção quadrada, dotada na sua extremidade voltada para a entrada do pano de tecido com uma superfície de entrada inclinada (patim), enquanto que a extremidade oposta se abre em lâminas dei viga sob a forma dechapas finas, das quais a superior se desvia a partir de uma posição inicialmente perpendicular â lâmina inferior da viga, plana e paralela ao tecido, continuamente para uma posição paralela à lâmina inferior da viga.
Torna-se deste modo possível também uma fabricação simples..
Além disso previu-se vantajosamente que a cobertura superior da bainha ou orla seja constituída por urna chapa angular, uma de cujas pernas é paralela â orla e ao pano de tecido.
dedo condutor, disposto inclinado e constituído por uma lâmina de mola, colabora com as vigas de guia e passa por cima da terceira parte da costura.
A configuração atrás descrita é fácil de fabricar e montar sendo a flexibilidade elástica vantajosa para obter uma pressão uniforme com pré-tensão, podendo essa tensão prévia ajustar-se por um ajustamento apropriado da mola
Nurna outra forma de realização preferida previu-se que as lâminas superior e inferior da viga estejam disposta© de rnodo tal que as duas lârninas da viga recebem entre si a terceira perna da zona sem pêlo, situando se a lâmina inferior da viga sobre a primeira perna e a lâmina inferior da viga sob a segunda perna da zona sem pêlo.
Esta configuração é rnais uma vez simples de fabricar e montar.
Além disso previu-se que, de preferência, os elementos de guia sejam constituídos, pelo menos parcialmente, por carreias sem fim.
Esta configuração é uma forma de realização extraordinariamente segura no seu funcionamento.
As réguas de guia podem de preferência ser feitas de rnetal ou de material plástico „
Descreve-se a seguir um exemplo de realização da presente invenção, ilustrada nos desenhos anexos, cujas figuras representam::
A f ig1, uma vista de lado do dispositivo segundo a presente invenção:
A fig. 2 , o mesmo numa vista de cirna..
As fig. 3 a '7, a Formação da orla ern posições diferentes do dispositivo, num corte por (Ϊ1Ι-1ΙΪ) da fig. 1;
As fig. 8 a 10, diferentes posições da formação da orla, correspondentes ao corte por linhas (VIII-X) da fig. 2
A fig. 11, uma ilustração esquemática de metade do dispositivo completo, numa vista de cirna:;
A fig. 12, o dispositivo segundo a fig „ 11, visto do topoe
As fig. 13 a 16, outros pormenores.
dispositivo para orlar representado i >m pormenor nas figuras dos desenhos faz parte de uma máquina
Je costura para panos de tecido, corno se ilustra por exemplo i as fig. 11 e 12.
0 | pano de tecido desloca-se então | nc | ||
sentido da | seta (22) | da | fig.l no dispositivo para orlar | 6 |
atravessa o | mesmo.. | Cl | pano de tecido assenta então com | as |
suas duas arestas periféricas laterais longitudinais nas placas de base do dispositivo para orlar, estando o dispositivo para orlar, por exemplo na fig. 11, representado apenas de um lado.
Do outro lado encontra-se o rnesrno dispositivo numa disposição simétrica. 0 pano de tecidc desloca-se então por exemplo ern torno de um cilidro de desvio (23) (nao accionado) rio dispositivo para orlar (1) e é então puxado pelo cilidro acoionado (20) através do dispositivo para orlar.
cilidro accionado (20) pode apanhar todo o pano de tecido em toda a sua largura mas podem dispor-se conjuntos de rolos accíonados exclusivamente na zona da costura longitudinal. A seguir ao dispositivo de viragem da orla, que se descreve com mais pormenor mais adiante, estão montados, dos dois lados, numa máquina de costura (24) e um denominado Puller (puxador) (25), como órgão adicional de transporte.
Ê também possível formar a placa de base (l) de modo que o pano de tecido se apoie na placa de base a toda a sua largura, podendo portanto prever-se dispositivos tensores dos dois lados do pano de tecido que provocam urn esticamento continuo do pano de tecido perpendiculartnente à sua extensão longitudinal, de modo a evitar a formação de dobras.
Aliás, a formação de dobras na zona rnédia não tem importância para a formação regular da bainha na forma de realização segundo a presente invenção. 0 dispositivo de viragem das arestas é constituído essencialmente por um sistema de elementos de guia, em parte elásticos e em parte rígidos, montados uns a seguir aos outros no sentido do movimento (22) do pano de tecido.
Mo exemplo de realização, os elementos de guia sao constituídos por um patim de orientação (2), uma chapa de eliminação das dobras (3) , vários blocos condutores (4), urna viga de guia (5), uma régua de guia (6), um dedo condutor (7), um elemento moldado (3), uma cobertura superior
da orla (9) e uma lârnina superior e uma lâmina inferior da vige. (10’, 10'·)..
Ma placa de base (1) está montada ume régua de guia rígida (6), que se estende como apoio inferior de pano de tecido que entra, a todo o comprimento do dispositivc de formação da orla.
Ma régua de guia (6) assenta o pano de tecido com a sua zona (15) sem pêlo para cima relativamente á placa de base, favorecendo-se desse modo a elevação do pêlo de zona com pêlo (14) , o que tem importância portanto para e formação da orla porque a zona sem pêlo (15) pode entrar livre da parte com pêlo no dispositivo de formação da o ria.
Embora nas figuras dos desenhos esteja indicada uma distância entre a zona sem pêlo (14) e a régua de guia (6) isso fez-se no desenho apenas parei maior clareza, mas de facto a zona sem pêlo (14) encosta-se directamente à face superior da régua de guia (6) segundo a representação das fig. 3 a 10. Os outros elementos do dispositivo de viragem da orle apresentam respectivamente uma distância à régua de guia (6), ou a partir da mesma, pelo menos correspondente â espessura de zona periférica (15) sem pêlo, de modo que se forma um espaço de passagem para a passagem da zona periférica sem pêlo.
espaço de passagem pode ser tolerado relativamente apertado, visto que os órgãos que colaboram sac ern parte rígidos e em parte elásticos, de rnodo que podern ser compensadas pelo próprio dispositivo as tolerâncias referentes â espessura da zona sern pêlo. (15)
Mo dispositivo representado estão montados elementos, sucesivamente na direcçao do movimento (22).
A frente, no sentido do movimento, está primeiramente um patim de orientação (2) por cima da régua de guia (8). Este patirn de orientação apresenta uma superfície que se encosta â zona sem pêlo (15) do pano de tecido do lado afastado da régua de guia (6), sendo a aresta periférica do patim de orientação (2) voltada para a zona corn pêlo (14) formada inclinada, corno a aresta periférica correspondente da régua de guia (8), de rnodo que resulta quase urna disposição
plano do pano de tecido terceira zona dirigida simétrica ern comparação corn a régua de guia (6). Consegue-se deste modo que se mantenha dos dois lados do pano de tecido zona com pêlo (14) afastada da zona (15) sem pêlo,. 0 patim d orientação é formado de preferência elástico na direcção dá zona com pêlo (14) e portanto na direcção da contra-superfície da régua de guia (6).. Corno pode ver-se ern especial a artir d|r fig.. 2, o patim de orientação (2) apresenta, situada á frente na direcção do movimento do pano de tecido (22), primeirarnentíl? uma primeira zona diriguda paralelamente â aresta periférica longitudinal do pano de tecido, uma segunda zona situada ntp inclinado ern relação ao mesrno e urna paralelamente â aresta periférica longitudinal do pano de tecido.. 0 patim de orientação (2) é portanto formado em cava quase para o meio do dispositivo. As fiferentes secções servem, por ordem, no sentido do movimento, primeiro para apalpar a secção correspondente do pano de tecido, sendo a zona com pêlos (149, no caso de urn alinhamento incorrecto do pano de tecido, afastada quando passar pela face? inclinada do patim de orientação (2), de rnodo que o pano de tecido que? entrou Já pré-orientado, é definitivarnente ajustado na sua posição e depois guiado apropriadamente encostado è. aresta de? encoste? da terceira zona, correndo ao longo da mesma..
Como pode ver-se em especial a partir das fig, 11 e 12, o patirn de orientação (2) recebe uma pretensão no sentido da régua de guia (6) , por meio de uma mole pretensora (26), sendo formada uma alavanca (27) para elevar ol descer o patirn de orientação (2) relativamente â régua de guia patirn de orientação (2) tem, no ladc voltado para a entrada do pano de tecido, urn patirn dobrado pare cirna, por meio do qual se facilita a entrada..
A seguir ao patirn de orientação (2) está colocado urn dispositivo de corte das orlas (16) (faca de corte ou tezoura) por rneio do qual podem cortar-se as arestas periféricas do pano de tecido corn a largura desejada necessária para a formação da bainha.. Ao patirn de? orientação (2) segue-se, no sentido do rnovirnento (22) do pano de tecido, urna viga de guia (5) „ A viga de guia é de preferência feita rígida e, nc
exemplo de realização, montada a uma pequena distância do patim de orientação (2)..
Mas é também possível fazer a viga de guia (5) numa só peça com o patim de orientação (2).. A separação em duas partes separadas é vantajosa porque issc conduz a simplificações relativamente ao fabrico e à montagem, criando além disso a possibilidade de introduzir imediatamente antes do principio da viga de guia (5) ainda fitinhas ou peças: semelhantes, que podem ser cosidas como etiquetas ou presilhas para pendurar, na zona da bainha.. A viga de guia (5) apresenta, corno pode ver-se a partir das figuras em corte, uma superfície de guia longitudinal que se estende paralela à areste periférica da zona com pelo (14) â qual se encostei a camada com pêlo da zona de pêlo (14) e apresenta uma superfície de retenção que cobre a zona sem pêlo (15), que se estende paralela ao plano da zona sem pêlo (15) por cirna da régua de guiei (6) ..
Entre esta superfície de retenção e a contra-superfície correspondente da régua de guia (8) é formado um intervalo de passagem para a zona sem pêlo (15).
A superfície de retenção da viga de guiei (5) apresenta uma largura consideravelmente menor do que a largura da zona ©em pêlo (15)..
Mo exemplo de realização, a largura tem urn valor de cerca de um terço de toda a zona sem pêlo (15). A viga de guia (5) está dotada na sua entrada com uma superfície inclinada de introdução (patim).
I... a t e r a 1 m e n t e (e x t e r i o r m e n t e) ao 1 a d o da viga de guia (5) está colocado um primeiro componente de um bloco condutor, constituído pelos blocos condutores (4), (4’) e (4)„ A zona que aqui interessa é o bloco condutor (4’)_
Este bloco condutor (4’) apresenta uma superfície de guia que prende por baixo a área exterior da zona sem pêlo (15) que fica saliente lateralmente da viga de guia (5), e que com a zona sem pêlo (15) alinhada, começa por baixo da zona sem pêlo (15) que sobressai da viga de guia (5), . dirigindo.....se depois para cima no sentido do movimento do pano de tecido, para finalmente terminar numa rnola de lâmina fixada
nc> bloco condutor (4'J) em forma de uma lâmina de eliminação das dobras (3) ..
A mola de lâmina apresenta então a mesma inclinação, ou mais ou menos a mesma inclinação, que e superfície de guia correspondente do bloco condutor (4’).
Por meio desta configuração, a zona sem pêlo (15) é dobrada para cima de 90°, ern torno da aresta periférica inferior da viga de guia (5) , na zona em que ela fica saliente para a direita, na fig. 3, da viga de guia (5), ate â posição da fig. 5 ou da fig. 8, respectivamente.
Como pode ver-se, em especial a partir dei fig. 8, a aresta periférica do bloco condutor (4’) voltada para a viga de guia (5) é feita inclinada, de modo que esta aresta estende-se quase saliente para trás no sentido da régua de guia (6).
Previu-se a mesrna disposição e a mesma configuração nos blocos condutores (4) e (4), que se descreverão mais adiante.
Por meio da aresta saliente para trãs do bloco (4’), (4) ou (4”), forma-se um intervalo de passagem, com a viga de guia (5). apresentando o espaço de passagem uma largura tal que se torna possível a passagem da zona de pêlo (15).
A seguir ao bloco condutor (4’) esta colocado o bloco condutor (4), que colabora com a vigei de guia (5) para a segurança do posicionamento da zona sem pêlo (15)..
A seguir previu-se um dedo condutor (7), que pode ver-se de maneira particularmente nítida na fig. 2.
dedo condutor, que está representado vagamente na fig. 9 pode deformar-se elasticamente, verticalrnente na representação dei fig.. 9.
dedo condutor (?) apresenta uma aresta condutora da extremidade; da zona sem pêlo (15) do pano de tecido saliente para fora do intervalo de passagem, que se estende verticalrnente, entre o bloco condutor (4) e a viga de guia (5), até sobre a viga de guia (5). Quando da passagem do pano de; tecido no sentido do movimento, seta (22), a aresta
periférica elevada do pano de tecido batede acordo com a representação da fig. 4 © da fig. 8, na aresta condutora dc dedo condutor (7), estando o inicio desta fase indicado na fig. 9 e o seu fim na fig. 5.
Deste modo, a extremidade da zona sem pêlo (15) saliente acima da altura da viga de guia (5) é dobrada no mesmo sentido da dobra anterior, mais concretamente para uma posição que pode ver-se na f g» 5 ··
Ma sequência do dedo condutor (7) está| formado um elemento (8) de formação da orla, que apresenta uma superfície de retenção para a área da zona sem pêlo (15) dobrada pelo dedo condutor (7). A superfície de retenção esta, no seu inicio, disposta por cima da vigei de guia (5). A viga de guia (5) seguern-se duas laminas (10’) e (10) da viga, uma das quais (10) se estende paralelamente ao pano de tecido e cobre a zona sem pêlo (15) que se segue à zona de pêlo (14), estando a outra orientada primeiramente na vertical, no alinhamento da superfície de encosto vertical da viga de guia (5) da outra área da zona sem pêlo (15) , flectindo depois até se estender paralelamente â primeira lâmina (10) da viga, formando com esta um intervalo de passagem para uma camada da zona sem pêlo (15). As duas posições extremas estão representadas respectivarnente nas fig. 8 e 7.
A superfície de retenção correspondente do elemento de formação da orla é então formada a partir de uma posição que se encontra por cirna da viga de guia (5), dirigindo—se inclinada para o pano de? tecido e aproximando.....se deste, e apresenta uma superfície de encosto que se segue à lâmina dobrada (10’) da viga e que define com a lâmina (10’) um intervalo de passagem para uma área parcial da zona sem pêlo (15). 0 trajecto correspondente do movimento é particularrnente visível nas fig. 8 e 10. Deste modo, em primeiro lugar a área terminal da zona sem pêlo (15), que se situa ainda horizontalmente, é deformada verticalmente para baixo e apertada contra a lâmina (10’) da viga (fig. 6), apôs o que a lâmina (10’) da viga atravessa o trajecto helicoidal tomando assim a pposição segundo a fig. 7.
Durante este* fenómeno, o elemento cie formação da orla (8) apoia a área terminal livre da zona sem pêlo (15).
Ma área terminal esta colocada finalmente uma cobertura da orla (9), a seguir ao elemento (8) de formação da orla., que apresenta urna superfície de retenção que se estende por cima da extremidade dirigida horizontalmente da lâmina (10’) dobrada da viga, fonnando-se entre esta superfície de retenção (fig. 7) e a superfície de topo da lârnina (10’) da viga um intervalo de passagem para uma área da zona sem pêlo (15).. A cobretura da orla é constituída por uma chapa dobrada em ângulo, com urna parte que ©e situa paralelamente à orla, que representa a parte de retenção, e uma parte que se estende perpendicularrnente aquela, que serve de suporte fixado na arrnação.
A seguir cose-se então a costura assirn formada por meio da maquina de costura (24), terminando a f o r rn a ç a o da o r 1. a.
Outros pormenores interessantes são os seguintes:
A chapa de elirnanaçáo das dobras (3) chega até sobre toda a largura da zona sern pêlo (15), corno pode ver.....se claramente em especial na fig. 2 e serve, em ligação corri o primeiro bloco condutor (4), para eliminar eventuais dobras na zona periférica, bern corno, em especial, para a elevação de dois terços da largura da zona sem pêlo (15) .. Esta chapa de eliminação de dobras pode ser formada corno urna só peça com o dedo condutor (7), que é também constituído por urna chapa elástica e estende-se orientado obliquarnente, corno pode ver-se na fig. 2. Este dedo condutor (7) colabora, como já atrás se descreveu, corn a viga de guia (5).
Varre-se assirn quase um terço da perna da orla.
Os blocos condutores (4), (4’) e (4) estão colocados lateralmente junto do intervalo de passagem, estando o primeiro (4’) e o terceiro (4) associados através de urna placa de lgação (11).
independente..
Todos os três blocos condutores (4), (4’) e (4) seio apoiados, directamente ou através da placa de ligação (11) com rnolas (12), contra uma parte fixa (13) da armação. A função dos blocos condutores (4), (4’) e (4) é a de, na zona da formação da orla, se aplicarem como dispositivo condutor elástico contra as secções da zona sem pêlo (15)..
Os blocos condutores (4), (4’) e (4) têm para isso arestas que se estendem inclinadas, que se encostam a zona sem pêlo (15), como pode ver-se nas fig» 8 a 10.
No exemplo de realização, a zona sem pêlo (15) tem, por exemplo, uma largura de 21 mm, correspondente a três pernas da costura a formar, doada uma com |Ί r mm.
curso do movimento pode ver—se nas fig.. 3 a 10.
Na fig.. 3 a primeira perna de 7 mm de largura está coberta pela viga de guia (5)..
Na fig. 4, os restantes 14 mm da zona sem pêlo (15) e do encosto a viga de guia (5) são elevados p e r p e n d i c u 1 a r m e n t e,.
Na fig. 5, forma-se a terceira perna da costura, na largura de 7 mm, correspondendo a altura da viga (5) também á largura desejada para a bainha, ou seja 7 mm.
Na fig.. 3, a última perna da bainha em está dobrada para baixo.
N e s t a r epre s e ntaçao transversal, a viga de guia (5) já foi seguida pelas lâminas fixas da viga, em forma de chapa, (.10’) e (10).
Estas lâminas fazem entre corte s;i.
primeiramente um ângulo recto (forma de L) ..
A lârnina inferior horizontal (10) da viga retém entre si e a régua de guia (6) a primeira perna da zona sern pêlo (15).
A segunda perna continua vertical e a terceira perna foi lançada para baixo em laminai vertical (10’) da viga.
£1 ser torno
Ma fig. 7 está indicada a orla ou bainha pronta para a costura..
as duas lâminas (10’) e (10) da viga estão paralelas entre si, resultando a seguinte construção en sanduíche:
A régua de guia (6), primeira perna da zona sem pêlo (15), lâmina inferior (10) da viga, terceira perna da zona sem pêlo (15), lârnina superior (10’) da viga, segunda perna da zona sem pêlo (.15), cobertura superior da bainha (9).
Na formação das lâminas (10’) e (10) pode, em primeiro lugar, na forma de realização segundo a fig. 6, também fazer-se, sobre a zona dobrada, uma configuração das lâminas (10’) e (10) da viga numa só peça, de modo que, portanto, estas últimas sejam ligadas entre si na zona de canto de encosto mútuo.
Na zona terminal, que pode ver-se na fig. 7, as lâminas (.10’) e (10) da viga podem ser separadas uma da outra..
Nas figuras em corte 8 a 10, estão indicadas outras fases individuais dei formação da bainha.
Na fig. 8, a zona sem pêlo (15) estende-se sob a viga de guia (5) com a sua primeira perna horizontal, enquanto que dois terçios da largura da zona sem pêlos (15) estão elevados de acorda corn a fig. 4. Esta elevação faz-se por meio do bloco condutor (4) e por rneio da chapa de eliminação de dobras (3) que se prolonga pela superfície condutora inclinada (subindo a partir do plano de tecido) ..
Na fig. 9 pode ver-se o segundo bloco condutor (4) e o inicio do dedo condutor (7).
Na fig. 10 está indicado o terceiro .bloco condutor (4) que comprime a segunda perna da zona sem pêlo (15) contra a lâmina (10’) da viga.
elemento (8) da formação da bainhei provoca a viragem da terceira perna da zona sem pêlo (1.5) em torno dei aresta superior da lâmina (10’) da lâmina, para baixo.
Na fig. 13 está representado, ainda, jrn corte feito pelas linhas (XIII-XIII) da fig. 2. Ma fig. .1.4, o bloco condutor (4’), com a chapa de eliminação de dobras, está representado numa vista de lado, enquanto que o mesmo pormenor está visto de cima na fig. 15, incluindo a viga de guia (5).
Finalmente, na fig.. 16, a viga de guia (5) está representada com as lâminas (10a) e (10) da viga que se lhe segue, estendendo-se a lâmina (1.0a) da viga, rodada para a frente a partir da posição vertical, para uma posição □aralela a lâmina inferior (1.0) da viga..
ROVINDICAfítlES
- IS Processo para orlar panos de tecido, em especial, pano turco, apresentando o pano de tecido uma zona com pêlos e, na área das orlas a formar, zonas sem pêlos, sendo o pano de tecido puxado por um dispositivo de viragem das orlas 2 sendo em seguida a orla cosida, caracterizado por se alinhar o pano de tecido com as suas zonas sem pêlos, por em seguida se fixarem as zonas sem pêlos numa largura correspondente á largura da orla e se elevarem as mesmas na zona saliente para cirna, a 90° com o plano do pano de tecido, e se manterem assim, por em seguida se fixar a zona elevada numa largura correspondente á largura da orla e por se virar de 90° no rnesrno sentido a zona final saliente, e rnantendo-a assim, por em seguida se virar de outros 90° a zona final em torno da aresta
/irada da zona elevada, e mantendo-a assim, por em seguida se /irar de 90° no rnesmo sentido a zona de camada dupla assim Formada, rnan tendo-a assim, e por se coser a orla assim formada, efectuando-se as fases do processo de maneira continua durante a passagem do pano de tecido..
- 2S ··
Dispositivo para orlar, para a realização do processo de acordo com a reivindicação 1, como □arte componente de urna instalação de costura para panos de tecido, ern especial de pano turco, assentando o pano de tecido, □elo menos na proximidade das orlas a formar, dos dois bordos periféricos do pano de tecido, nurna placa de base (1) '•espectiva, sobre a qual é suportado urn dispositivo de viragem das orlas respectivo, sendo o pano de tecido susoeptivel de ser □uxado por meio de urn dispositivo de tracção corn os bordos periféricos pelo dispositivo de viragern das orlas, para o que estão de preferência montados conjuntos de cilindros (20) accionados por um motor e que se aplicam aos bordos longitudinais orlados do pano de tecido, estando alérn disso rnontada, a seguir a cada dispositivo de viragern das orlas, dos dois lados, urna rnãquina de costura (21) respeotiva para as orlas viradas, caracterizado por o dispositivo de viragern das orlas ser constituído por um sisterna de elementos de guia, em parte elásticos e ern parte rígidos, dispostos uns a seguir aos outros na direcção do movimente do pano de tecido, designadarnente urna régua de guia rígida (6), na qual assenta a zona periférica (15) sem pêlos do pano de tecido, e ern cujas arestas longitudinais é guiada a aresta periférica corn pêlos, bern corno outros elementos que estão dispostos uns depois dos outros na direcção do movimento do pano de tecido, por cirna da régua de guia (6) , a urna distância correspondente á espessura da zona periférica sem pêlos, em especial a urna distância pouco rnaior do que a espessura da zona periférica sern pêlos (15), designadarnente:: um patirn de orientação (2) ao qual se encosta a aresta periférica da zona corn pêlos (14) que se encontra na
face superior cio pano de tecido,, sendo o patim director (2) formado elástico em especial no sentido da zona com pêlos (14), ..una viga de guia (5) de preferência rígida, que apresenta uma superfície de guia longitudinal que se estende paralelamente á aresta periférica da zona com pêlos (14) e uma superfície de retenção que cobre a zona (15) sem pêlos, que se estende □aralelarnente ao plano da zona (15) sern pêlos, tendo a superfície de retenção uma largura menor do que a largura da zona sem pêlos (15), apresentando um bloco condutor (4), elástico em especial na direcçâo transversal, que está colocado lateralmente junto da viga de guia (5) e apresenta uma superfície de guia, que prende por baixo a área da zona sem □elos (15) saliente lateralrnente em relação á viga de guia (5) e que se dirige a partir do plano da superfície de retenção da viga de guia (5) subindo no sentido do movimento do pano de
tecido, | e | apresenta | uma | aresta | periférica que forma | um |
intervalo | de | passagem | com a | viga | de guia (5), apresentando | o |
intervalo | de | passagem | pelo | menos | uma largura correspondente | à |
espessura | da | zona sem | pêlos | (15) , | um dedo condutor elástico | de |
preferência verticairnente (7), que apresenta uma aresta condutora, para a extremidade da zona sem pêlos (15) do pano de tecido que fica saliente para fora do intervalo de passagem que se estende verticalmente, oposto à face do tecido, subindo até mais acima da viga de guia (5), um elemento (8) de formação da orla, que está colocado a seguir ao dedo condutor (7) e apresenta uma superfície de retenção para a área da ssona sem □êlos (15) virada pelo dedo condutor (7), estando a referida supeficie de retenção colocada por cima da viga de guia (5), seguindo-se á viga de guia (5) duas lâminas de viga (10’, 10), uma das quais (10) se estende paralelarnente ao pano de tecido a cobre; a zona sem pêlos (15) que se segue â zona com pêlos (14), dirigindo-se a outra (10’) primeiramente verticairnente no alinhamento da supeficie de encosto vertical da viga de guia (5) da outra zona parcial da área sem pêlos e flectindo depois até seguir nurna posição paralela â primeira lâmina da vigei (10) e formando com esta um intervalo de passagem para uma , camada da zona sem pêlos (15), sendo a superfície de retenção * do elemento de formação da orla (8) formada ei partir de uma
□osição que se encontra acirna cia viga de guia (5) , inclinada em relação ao pano de tecido e aproximando-se deste e apresentando ama superfície de encosto que se segue á lâmina da viga (10’) desviada, define com a lâmina da viga (10’) um intervalo de jassagem para uma zona parcial da área sem pêlos; (15) , bern como uma cobertura da orla (19) a 'seguir ao elemento de formação da □ria (8) , que apresenta uma superfície de retenção que se estende por cima da extremidade dirigida horizontalmente da Lâmina da viga (10’) desviada, formando-se entre a superfície de retenção e a superfície terminal da lâmina da viga (10’) um intervalo de passagem para uma zona da área sem pêlos (15) ..
- 3ã Dispositivo para orlar de acordo com a '-eivindicação 2, caracterizado por o patirn de orientação (2) apresentar, no sentido do movimento do pano de tecido, primeiro uma primeira área dirigida paralelamente à aresta periférica Longitudinal do pano de tecido, uma segunda área que se situa ίο plano do pano de tecido, inclinada em relação à primeira, e .irna terceira área dirigida paralelamente á aresta longitudinal aerxf+erxca do pano de tecido..
- 4£ Dispositivo para orlar de acordo com a '•eivindioação 2. ou 3, caracterizado por a viga de guia (5) apresentar uma largura de urn terço da zona sern pêlos (15)..
Claims (1)
- Dispositivo para orlar de acordo com qualquer das reivindicações 2 a 4, caracterizado por o bloco .condutor (4) ser formado por três blocos condutores (4, 4’, 4), dispostos uns a seguir aos outros no sentido do dos deslocamento do pano de tecido, a uma certa distância uns outros, estando o primeiro (4 ’) e o terceiro (4) blocos condutores ligados através de uma placa de ligação (11) e o bloco condutor médio (4) independente, sendo o bloco condutor nédio (4) e a placa de ligação (1.1) dos dois outros blocos condutores (4’, 4) mantidos com uma tensão prévia no sentido :1a viga de guia (S) ou das suas lâminas (10’ , 1.0) por meio de rnolas de apoio (12) fixadas na armação (em (13)).Dispositivo para orlar de acordo com
qualquer das reivindicaç :oes z a 5, caracterizado por o □loco director (4) ou cada um dos 1:: locos directores (4, 4 ’ , 4) ser formado por urna chapa de fe rro, que apresenta no seu lado volatdo para a viga de guia (5) ou para as lâminas da viga (10’, 10), uma aresta inclinada para trás..- 7i3 Dispositivo para orlar de acorda oorn qualquer das reivindicações 2 a 6, caracterizado por a vi.cia de guia (5) ser uma viga substancialmente de secção transversal quadrada, dotada na sua extremidade voltada para a entrada do □ano de tecido com uma superfície inclinada de entrada (patirn) , enquanto que a extremidade oposta se abre em lâminas (10’, 1.0) da viga sob a forma de chapas finas, das quais a superior (10’) se desvia, a partir de uma posição inicialmente perpendicular â lâmina inferior (1.0”) da viga, plana e paralela ao ecido, oontinuarnente para uma posição paralela a lâmina inferior (1.0) da viga..D i s ρ o s i t i v o p ara orlar de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 7, caracterizado por a cobertura superior (9) da orla ser constituída por uma chapa angular, uma de cujas pernas é paralela â orla e ao pano de tecida..... gê .....Dispositivo para orlar de acordo com jualquer das reivindicações 2 a 8 , caracterizado por as lâminas superior e inferior (10’,10) da viga estarem dispostas :le modo tal que as duas lâminas (10’, 10) da viga recebem ntre si a terceira perna da zona sern pêlos (15), situando-se a .âmina (10) da viga na primeira perna e a lâmina inferior 110 ’ ) da viga sob a segunda perna da zona sem pêlos (1.5)..- lOâ ··Dispositivo para orlar de acordo corn jualquer das reivindicações 2 a 9, caracterizado por os ?lernentos de guia serem constituídos pelo menos parcialmente :>or correias sem fim..-· llã Dispositivo para orlar de acordo com lualquer das reivindicações 2 a 10, caracterizado por os ILementos de guia serem, pelo menos parcialmente, transportadores, tais como rodas dentadas rotativas ou : similares.* -ίA requerente reivindica a prioridade do pedido alemão apresentado em 1 de Dezembro de 1990, sob o
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Legal Events
Date | Code | Title | Description |
---|---|---|---|
BB1A | Laying open of patent application |
Effective date: 19930714 |
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FG3A | Patent granted, date of granting |
Effective date: 19981106 |
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PC3A | Transfer or assignment |
Free format text: 19990406 SCHMALE-HOLDING GMBH & CO DE |
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PD3A | Change of proprietorship |
Owner name: CARL SCHMALE GMBH & CO. Effective date: 19990406 |
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MM4A | Annulment/lapse due to non-payment of fees, searched and examined patent |
Free format text: LAPSE DUE TO NON-PAYMENT OF FEES Effective date: 20130506 |
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MM4A | Annulment/lapse due to non-payment of fees, searched and examined patent |
Free format text: MAXIMUM VALIDITY LIMIT REACHED Effective date: 20131106 |