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BR112012001595B1 - Composição de suspo-emulsão pesticida, método para preparar a composição de suspo-emulsão pesticida, uso de uma composição de suspo- emulsão, métodos para combater fungos fitopatogênicos e método para tratar sementes - Google Patents

Composição de suspo-emulsão pesticida, método para preparar a composição de suspo-emulsão pesticida, uso de uma composição de suspo- emulsão, métodos para combater fungos fitopatogênicos e método para tratar sementes Download PDF

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BR112012001595B1
BR112012001595B1 BR112012001595-8A BR112012001595A BR112012001595B1 BR 112012001595 B1 BR112012001595 B1 BR 112012001595B1 BR 112012001595 A BR112012001595 A BR 112012001595A BR 112012001595 B1 BR112012001595 B1 BR 112012001595B1
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Schlotterbeck Ulf
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Basf Se
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Description

(54) Título: COMPOSIÇÃO DE SUSPO-EMULSÃO PESTICIDA, MÉTODO PARA PREPARAR A COMPOSIÇÃO DE SUSPO-EMULSÃO PESTICIDA, USO DE UMA COMPOSIÇÃO DE SUSPOEMULSÃO, MÉTODOS PARA COMBATER FUNGOS FITOPATOGÊNICOS E MÉTODO PARA TRATAR SEMENTES (51) Int.CI.: A01N 25/04; A01N 47/24; A01N 37/46; A01N 43/653 (30) Prioridade Unionista: 01/03/2010 US 61/309,004, 28/07/2009 EP 09166627.1 (73) Titular(es): BASF SE (72) Inventor(es): RAFEL ISRAELS; KATHARINE KLAMCZYNSKI; MARCO KUHNS; ULF SCHLOTTERBECK
1/32 “COMPOSIÇÃO DE SUSPO-EMULSÃO PESTICIDA, MÉTODO PARA PREPARAR A COMPOSIÇÃO DE SUSPO-EMULSÃO PESTICIDA, USO DE UMA COMPOSIÇÃO DE SUSPO-EMULSÃO, MÉTODOS PARA COMBATER FUNGOS FITOPATOGÊNICOS E MÉTODO PARA TRATAR SEMENTES”
Campo da Invenção [001] A presente invenção refere-se a formulações de suspoemulsões (SE) aquosas que contêm pelo menos três compostos fungicidamente ativos e a seu uso como formulação de tratamento de sementes, bem como seu uso para proteção de planta, que inclui proteção de sementes e cultura.
Antecedentes da Invenção [002] Compostos de pesticida são frequentemente aplicados na forma de uma composição aquosa diluída para obter uma boa interação com o organismo alvo, tais como plantas, fungos e insetos. Contudo, a maioria dos compostos ativos que são usados como pesticidas, em particular compostos fungicidamente ativos, são apenas moderada ou igualmente insolúveis em água, ou seja, eles frequentemente possuem uma solubilidade em água não superior a 50 g/L.
[003] Portanto, formuladores são frequentemente confrontados com as dificuldades em formular compostos pesticidas em formulações estáveis que possam ser facilmente armazenadas por um longo tempo e que tenham ainda uma alta estabilidade e atividade eficaz até o uso final. Esse problema ocorre especialmente se mais de dois compostos ativos estiverem presentes na composição.
[004] O documento WO 03/075657 refere-se ao uso de éster láctico como inibidor de cristalização durante a aplicação. Os ésteres de ácido láctico são usados para inibir a presença de partículas sólidas em composições pesticidas durante a aplicação, assegurando então uma
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2/32 melhor fluidez por aspersão de uma composição líquida na planta.
[005] O documento WO 07/028538 refere-se ao uso de éster láctico diferente em formulação pesticida agrícola diferente para aprimorar a ação de pesticidas agrícolas ao nível das plantas.
[006] O documento WO 2005/074685 refere-se ao uso de composições de proteção de plantas que compreende, dentre outros, lactato de 2-etil-hexila para o controle de organismo nocivo em culturas de arroz paddy.
[007] As patentes acima focam na função de lactatos para aprimorar a aplicabilidade de formulações.
[008] Em muitas receitas de componentes múltiplos, especialmente quando os ingredientes ativos de fusão elevada precisam ser combinados com ativos de baixa fusão, uma suspo-emulsão é único tipo de formulação possível. Tal suspo-emulsão pode compreender dois fungicidas A e B dissolvidos em um solvente orgânico selecionado e um terceiro composto pesticidamente ativo C simultaneamente presente em forma de partículas sólidas, todos os componentes coexistindo em uma forma estável. Um aspecto crítico da suspo-emulsão é a escolha de solvente, visto que esse solvente enfrenta diversas condições. Por um lado, ele deve dissolver os ativos de baixa fusão, por outro lado ele pode não causar amadurecimento de Ostwald dos ativos de fusão elevada.
[009] Foi constatado de forma surpreendente que lactatos são muito bem apropriados para esse tipo de formulação, especialmente se mais do que um ativo de fusão baixa precisa ser formulado.
Descrição Resumida da Invenção [010] A presente invenção refere-se à composição de suspoemulsão pesticida que compreende:
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3/32 (i) dois compostos pesticidas A e B dissolvidos em um éster de ácido láctico em que:
(a) tanto A quanto B possuem pontos de fusão abaixo de 90 °C (b) tanto A quanto B são selecionados a partir da seguinte lista: piraclostrobina, metalaxil, mefenoxam, trifloxistrobina, imazalil, procloraz e ipconazol com a de condição que A é diferente de B, (ii) pelo menos um composto pesticida C presente em partículas sólidas, e que possui um ponto de fusão de 90 °C e superior, (iii) água, (iv) e opcionalmente auxiliares de formulação.
[011] Foi constatado, de forma surpreendente, que as composições da presente invenção proporcionam formulações de suspoemulsão (SE) que contêm água como fase contínua, dois compostos fungicidamente ativos A e B dissolvidos em um éster de ácido láctico como solvente orgânico e um terceiro composto ativo pesticida C em forma de partículas dispersadas, que habilitam uma atividade fungicida aprimorada das ditas composições.
[012] Como usado neste documento, compostos pesticidas ou composto ativo ou compostos é um composto que diretamente exerce um efeito biologicamente relevante, preferencialmente, um efeito pesticida, e mais preferencialmente, um efeito fungicida.
[013] A invenção adicionalmente refere-se ao uso de composições para o tratamento de sementes, a métodos de combater fungos fitopatogênicos, um método de controlar vegetação indesejada e métodos de aprimorar a saúde de plantas com base nas composições supracitadas.
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Descrição Detalhada da Invenção [014] De forma surpreendente, foi constatado que uma composição que compreende os compostos fungicidas A e B, caracterizado por eles terem um ponto de fusão abaixo de 90 °C, um terceiro composto fungicidamente ativo C em forma sólida e que possui um ponto de fusão que é igual ou superior a 90 °C, em um solvente orgânico selecionado como agente solubilizante para os compostos A e B, água como fase contínua, um agente dispersante que mantém as partículas hidrofóbicas suspensas em água, formam uma suspensão estável das partículas de composto C em uma emulsão que contém os compostos fungicidamente ativos A e B dissolvidos.
[015] O solvente orgânico apropriado, de acordo com a presente invenção, deve ser capaz de evitar a formação de cristal durante a solvência dos dois componentes fungicidas A e B, e simultaneamente não devem solver o terceiro componente C, que deve estar presente na composição como partículas sólidas. Esse solvente selecionado deve, dessa forma, dissolver completamente o componente A e B na gotícula de emulsão em um primeiro momento e adicionalmente assegurar a estabilidade da formulação de suspo-emulsão finalizada que contém o terceiro componente C dispersado que está em forma sólida.
[016] Foi constatado de forma surpreendente que os solventes orgânicos apropriados de acordo com a invenção são ésteres de ácido láctico. Os ésteres de ácido láctico, de acordo com a presente invenção, mostram uma distribuição estável das taxas das gotículas e tamanhos de partículas na emulsão em variação de temperatura e isso mesmo em armazenamento longo. Por usar os ésteres de ácido láctico da invenção, a estabilidade de armazenamento da composição de formulação da presente invenção é aprimorada. O uso dos ésteres de ácido láctico de acordo com a
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5/32 invenção permite obter uma composição em que os dois compostos fungicidas coexistem com um terceiro composto pesticida presente em forma sólida, de tal forma que a distribuição das gotículas dos dois compostos fungicidas dissolvidos no éster de ácido láctico e as partículas sólida dos terceiro composto fungicida seja homogeneamente distribuída na composição de suspo-emulsão.
[017] Adicionalmente, foi constatado que os estados físicos dos ingredientes ativos são mantidos após armazenamento longo, fornecendo então, líquido aspersível que contém os compostos solubilizados A e B no éster de ácido láctico e finas partículas do terceiro composto fungicidamente ativo C.
[018] Quando os termos ésteres de ácido láctico são usados por toda a descrição, significa incluir tanto isômeros ópticos quanto misturas dos mesmos.
[019] De acordo com uma realização preferida da presente invenção, os ésteres de ácido láctico preferidos para a prática da invenção são ésteres de ácido láctico de alquila saturada e insaturada C4 a C12, ésteres lácticos de alquila saturada e insaturada C4 a C12 ciclicamente saturada, e éster de ácidos lácticos de alquila ramificada insaturada e saturada C4 a C12, e misturas dos mesmos.
[020] Ésteres de ácido láctico particularmente preferíveis são lactato de 2-etil-hexila, lactato de ciclohexila, lactato de 2-metilciclohexila, lactato de heptila, lactato de octila e misturas dos mesmos.
[021] Éster de ácido láctico mais particularmente preferível é lactato de 2-etil-hexila (EHL) que é um éster de 2-etilhexanol com ácido láctico, preferencialmente L-(+)-ácido láctico, tal como é obtenível, por exemplo, a partir de Purasolv® EHL a partir da Purac Bioquimica (Gran Vial 19-25, 08160 Montmelo-Barcelona, Espanha) ou Purac Biochem
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6/32 (Gorinchem, NL).
[022] Os compostos A e B, de acordo com a presente invenção, são compostos fungicidamente ativos selecionados. Os compostos A e B são fungicidas selecionados a partir do grupo que consiste em piraclostrobina, metalaxil, mefenoxam, trifloxistrobina, imazalil, procloraz e ipconazol, com a condição de que A é diferente de B.
[023] O composto C, de acordo com a presente invenção, é um composto ativo pesticida. Em particular, o composto C é um fungicida selecionado da lista a seguir. A seguinte lista de compostos ativos C, em conjunto com os compostos de acordo com a invenção pode ser usada, é destinada para ilustrar as combinações possíveis, mas não limitá-las. Os seguintes podem ser mencionados como exemplos de compostos C:
Azoxistrobina, boscalida, ou compostos dos seguintes grupos:
(a) Azois:
(i) triazois: azaconazol, bitertanol, bromuconazol, ciproconazol, difenoconazol, diniconazol, diniconazol-M, epoxiconazol, fenbuconazol, fluquinconazol, flusilazol, flutriafol, hexaconazol, imibenconazol, ipconazol, metconazol, miclobutanil, oxpoconazol, paclobutrazol, penconazol, propiconazol, protioconazol, simeconazol, tebuconazol, tetraconazol, triadimefon, triadimenol, triticonazol, uniconazol, 1-(4-clorofenil)-2-([1,2,4]triazol1-il)cicloheptanol;
(ii) imidazois: ciazofamida, imazalil, sulfato de imazalil, pefurazoato, procloraz, triflumizol;
(iii) benzimidazois: benomil, carbendazim, fuberidazol, tiabendazol;
(iv) outros: etaboxam, etridiazol, himexazol, 2-(4-clorofenil)N-[4-(3,4-dimetoxifenil)isoxazol-5-il]-2-prop-2-iniloxyacetamida;
(b) compostos heterocíclicos:
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7/32 (i) piridinas: fluazinam, pirifenox, 3-[5-(4-clorofenil)-2,3dimetilisoxazolidin-3-il]piridina, 3-[5-(4-metilfenil)-2,3-dimetilisoxazolidin-3il]piridina, 2,3,5,6-tetracloro-4-metanosulfonilpiridina, 3,4,5-tricloropiridina-2,6dicarbonitrila, N-(1-(5-bromo-3-cloropiridin-2-il)etil)-2,4-dicloronicotinamida, N-((5-bromo-3-cloro-piridin-2-il)metil)-2,4-dicloronicotinamida;
(ii) pirimidinas: bupirimato, ciprodinil, diflumetorim, fenarimol, ferimzona, mepanipirim, nitrapirin, nuarimol, pirimetanil;
(iii) piperazinas: triforina;
(iv) pirrois: fludioxonil, fenpiclonil;
(v) morfolinas: aldimorfe, dodemorfe, acetato de dodemorfe, fenpropimorfe, tridemorfe;
(vi) piperidinas: fenpropidina;
(vii) dicarboximidas: fluoroimida, iprodiona, procimidona, vinclozolina;
(viii) heterociclos de 5 membros não aromáticos: famoxadona, fenamidona, flutianil, octiilinona, probenazol, éster de ácido S-alila 5-amino-2-isopropil-3-oxo-4-orto-tolil-2,3-diidropirazol-1-tiocarboxilato;
(ix) outros: acibenzolar-S-metil, amisulbrom, anilazina, blasticidin-S, captafol, captan, quinometionato, dazomete, debacarbe, diclomezina, difenzoquat, difenzoquat-metilsulfato, fenoxanil, folpet, ácido oxolínico, piperalin, proquinazid, piroquilon, quinoxifen, triazóxido, triciclazol, 2butóxi-6-iodo-3-propilcromen-4-ona, 5-cloro-1-(4,6-dimetoxipirimidin-2-il)-2-metil1H-benzoimidazol, 5-cloro-7-(4-metilpiperidin-1-il)-6-(2,4,6-trifluorofenil)[1,2,4]triazol[1,5-a]pirimidina, 5-etil-6-octil-[1,2,4]triazol[1,5-a]pirimidin-7-ilamina;
[024] Compostos particulares preferidos C, de acordo com a invenção, são azoxistrobina ou boscalida ou compostos dos grupos de azois, por exemplo, triticonazol, fludioxonil.
[025] As composições de acordo com a presente invenção são
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8/32 pelo menos misturas ternárias, ou seja, composições de acordo com a invenção compreendem um composto fungicida A (componente 1), um primeiro composto fungicidamente ativo B adicional (componente 2) e um segundo composto ativo pesticida C adicional (componente 3).
[026] A preferência é particularmente dada a composições de suspo-emulsão que compreendem um composto A como componente 1 sendo piraclostrobina, um composto B como componente 2 selecionado a partir do grupo que consiste em metalaxil, mefenoxam, trifloxistrobina, imazalil, procloraz e ipconazol e um composto C como componente 3 selecionado a partir de azoxistrobina, ou boscalida, ou triticonazol ou fludioxonil.
[027] A preferência é particularmente dada a composições de suspo-emulsão que compreendem um composto A como componente 1 sendo piraclostrobina, um composto B como componente 2 selecionado a partir do grupo que consiste em metalaxil, mefenoxam, trifloxistrobina, imazalil e ipconazol e um composto C como componente 3 selecionado a partir de azoxistrobina, ou boscalida, ou triticonazol ou fludioxonil.
[028] A preferência é particularmente dada a composições de formulações que compreendem um composto A como componente 1 sendo piraclostrobina e um composto B como componente 2 sendo metalaxil e um composto C como componente 3 selecionado a partir de azoxistrobina, ou boscalida, ou triticonazol ou fludioxonil.
[029] Consequentemente, em uma realização mais preferida, a presente invenção adicionalmente refere-se a composições que compreendem um composto A como componente 1 sendo piraclostrobina e um composto B como componente 2 sendo metalaxil e um composto C como componente 3 que é azoxistrobina.
[030] Consequentemente, em uma realização mais preferida, a
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9/32 presente invenção adicionalmente refere-se a composições que compreendem um composto A como componente 1 sendo piraclostrobina e um composto B como componente 2 sendo metalaxil e um composto C como componente 3 que é fludioxonil.
[031] Consequentemente, em uma realização mais preferida, a presente invenção adicionalmente refere-se a composições que compreendem um composto A como componente 1 sendo piraclostrobina e um composto B como componente 2 sendo metalaxil e um composto C como componente 3 que é boscalida.
[032] Consequentemente, em uma realização mais preferida, a presente invenção adicionalmente refere-se a composições que compreendem um composto A como componente 1 sendo piraclostrobina e um composto B como componente 2 sendo metalaxil e um composto C como componente 3 que é triticonazol.
[033] Os compostos ativos referidos como componentes 1 ou 2 ou 3, sua preparação e sua atividade contra fungos nocivos é conhecida (cf.: http://www.alanwood.net/pesticides/); essas substâncias estão comercialmente disponíveis. Os compostos descritos por nomenclatura IUPAC, sua preparação e sua atividade fungicida são também conhecidas (cf, Can, J, Plant Sci, 48(6), 587-94, 1968; EP 141317; EP 152031 ; EP 226917; EP 243970; EP 256503; EP 428941 ; EP 532022; EP 1028125; EP 1035122; EP 1201648; EP 1122244, JP 2002316902; DE 19650197; DE 10021412; DE 102005009458; US 3,296,272; US 3,325,503; WO 98/46608; WO 99/14187; WO 99/24413; WO 99/27783; WO 00/29404; WO 00/46148; WO 00/65913; WO 01/54501 ; WO 01/56358; WO 02/22583; WO 02/40431 ; WO 03/10149; WO 03/11853; WO 03/14103; WO 03/16286; WO 03/53145; WO 03/61388; WO 03/66609; WO 03/74491 ; WO 04/49804; WO 04/83193; WO 05/120234; WO 05/123689; WO 05/123690; WO 05/63721 ; WO
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05/87772; WO 05/87773; WO 06/15866; WO 06/87325; WO 06/87343; WO 07/82098; WO 07/90624).
[034] As composições da presente invenção podem opcionalmente conter auxiliares de formulação adicionais, tais como, agente dispersante emulsificante, agente anticongelamento, antiespuma, espessante e ligantes em caso de aplicação em sementes.
[035] Em uma realização preferida, um agente dispersante particular que possui a capacidade de manter as partículas hidrofóbicas suspensas em água é o Atlox 4913.
[036] O termo auxiliares de formulação refere-se a compostos ou combinações de compostos que não exercem um efeito biologicamente relevante por si próprios, mas auxiliam os efeitos dos compostos ativos. Esses auxiliares de formulações são conhecidos por aqueles versados na técnica e são descritos, por exemplo, em crystalline complexes of agriculturally active organic compounds (WO 2008/096005).
[037] Preferencialmente, se presentes, os auxiliares de formulação compreendem pelo menos 0,5% com base na quantidade total da composição da presente invenção.
[038] A composição, de acordo com a invenção, pode ser preparada como a seguir: Compostos A e B são primeiramente dissolvidos no éster de ácido láctico, preferencialmente EHL, para formar a solução S. Essa solução S é emulsificada em água pela mistura com água e agentes emulsificantes e pela aplicação de cisalhamento até chegar à emulsão E com gotículas de tamanho < 10 pm. O composto C é disperso em água por sua mistura com agentes dispersantes e água e pela moagem em moinho em uma partícula de tamanho médio menor do que 10 pm, preferencialmente menor do que 2 pm, para formar a dispersão D. Finalmente, a emulsão E e a dispersão D são misturados por agitação e
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11/32 ainda auxiliares como anticongelantes, espessantes, ligantes, etc., podem ser adicionados.
[039] A quantidade do éster de ácido láctico solvente na composição de suspo-emulsão de acordo com a invenção geralmente depende da quantidade de compostos A e B. Em geral, a relação de peso do éster de ácido láctico solvente para os compostos A e B juntos é de 1:1 para 10:1. A quantidade total do éster de ácido láctico estará geralmente na faixa de 2 a 40% em peso, em particular de 5 a 20 % com base no peso total da formulação.
[040] Em uma realização particularmente preferida, a quantidade de EHL na composição de suspo-emulsão de acordo com a invenção, geralmente depende da quantidade de compostos A e B. Em geral, a relação de peso de EHL para os compostos A e B juntos é de 1:1 para 10:1. A quantidade total de EHL estará geralmente na faixa de 2 a 40% em peso, em particular de 5 a 20% com base no peso total da formulação.
[041] Em geral, a relação de peso do éster de ácido láctico solvente para o composto C é de 1:1 para 50:1.
[042] Em uma realização preferida da invenção, a relação de peso de EHL para o composto C é de 1:1 para 50:1.
[043] A relação de peso de composto A (componente 1) e composto B (componente 2) está na faixa de 1:50 a 50:1 e particularmente na faixa de 1:10 para 10:1, e a relação de peso de composto A (componente 1) e composto C (componente 3) preferencialmente está na faixa de 1:50 a 50:1 e particularmente na faixa de 1:10 a 10:1.
[044] As concentrações totais de compostos pesticidamente ativos A, B e C na formulação de composição pronta para uso podem ser variadas em faixas substanciais. Em geral, elas estão na faixa de 0,01 e 80% em peso, frequentemente na faixa de 0,1 a 50 % em peso,
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12/32 preferencialmente na faixa de 0,5 e 20% em peso, com base no peso total da preparação.
[045] Salvo indicado ao contrário, todas as quantidades em % em peso se referem ao peso da composição total (ou formulação).
[046] De acordo com uma realização particular adicional, a composição da presente invenção é uma formulação de tratamento de sementes. As composições da presente invenção a mostram boa adesão dos compostos ativos A, B e C a sementes e as sementes tratadas com as composições da presente invenção, que mostra boa fluidez. A germinação das sementes tratadas não é afetada.
[047] A presente invenção também se refere ao uso de uma composição como definido neste documento para tratamento semente.
[048] A presente invenção também se refere a um método para tratar sementes com uma composição descrita neste documento, que compreende contatar uma quantidade eficaz de uma composição como definido neste documento com muitas sementes.
[049] Composições de suspo-emulsão de semente que compreendem ligantes, enchimentos e/ou plastificantes são bem conhecidas na técnica. Composições de suspo-emulsão de semente são reveladas, por exemplo, em patentes de n° US, 5939356, 5882713, 5876739, 5849320, 5834447, 5791084, 5661103, 5622003, 5580544, 5328942, 5300127, 4735015, 4634587, 4383391, 4372080, 4339456, 4272417 e 4245432, dentre outras.
[050] A quantidade dos compostos ativos A, B e C que é incluída na composição de suspo-emulsão de semente, de acordo com a presente invenção irá variar dependendo do tipo de semente, mas a composição de suspo-emulsão irá conter uma quantidade dos compostos ativos que é pesticidamente eficaz. Em geral, a quantidade dos compostos
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13/32 ativos na composição de suspo-emulsão vai variar de cerca de 0,005 a cerca de 75% do peso total. Uma faixa mais preferida para os compostos ativos é de cerca de 0,01 a cerca de 40%; sendo o mais preferido de cerca de 0,05 a cerca de 20%.
[051] A quantidade exata dos compostos ativos que é incluída na composição de suspo-emulsão não deve inibir a germinação da semente e deve ser eficaz em proteger a semente e/ou a planta durante o tempo do ciclo de vida da praga alvo que causa dano à semente ou planta. Em geral, a suspo-emulsão será eficaz por aproximadamente de 0 a 120 dias, preferencialmente, por aproximadamente de 0 a 60 dias, após semeadura.
[052] Como usado neste documento, o termo semente denota qualquer estágio de repouso de uma planta que é fisicamente separado do estágio vegetativo de uma planta e/ou pode ser armazenado por períodos de tempo prolongados e/ou pode ser usado para regenerar outra planta individual das mesmas espécies. Neste ponto, o termo repouso refere-se a um estado em que a planta retém viabilidade, em limites razoáveis, apesar da falta de luz, água e/ou nutrientes essenciais para o estado vegetal (ou seja, não semente), em particular, o termo referese a sementes verdadeiras, mas não engloba propágulos de planta como brotos secundários, cormos, bulbos, fruta, tubérculos, grãos, mudas e brotos cortados.
[053] Como usado neste documento, o termo planta” significa uma planta inteira ou partes da mesma. O termo planta inteira” refere-se a uma planta individual completa em seu vegetativo, ou seja, estágio de não semente, caracterizada pela presença de um arranjo de raízes, brotos e folhagem, dependendo do estágio de desenvolvimento da planta, também as flores e/ou frutas, todos quais são fisicamente conectados para formar um indivíduo que é, sob condições razoáveis, viável sem a necessidade de
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14/32 medidas artificiais. O termo pode também se referir a uma planta inteira colhida como tal.
[054] O termo parte de planta refere-se a raízes, brotos, folhagem, flores ou outras partes do estágio vegetativo da planta, que, quando desacomodadas de desconectadas do resto, são incapazes de sobreviver, a menos que auxiliadas por medidas artificiais ou capazes de regenerar as partes que faltam para formar uma planta inteira. Como usado neste documento, as frutas são também consideradas como partes de planta.
[055] Como usado neste documento, o termo raiz refere-se a partes de uma planta que são normalmente, para cumprir suas funções fisiológicas, localizadas sob a superfície do solo. Preferencialmente, o termo denota as partes de uma planta que estão abaixo da semente e que emergiu diretamente desta, ou de outras raízes, mas não de brotos ou folhagem.
[056] Como usado neste documento, os brotos e folhagem de uma planta devem ser considerados como os brotos, caules, galhos, folhas e outros apêndices dos caules e galhos da planta após a semente germinar, mas não incluem as raízes da planta. É preferível que os brotos e folhagem de uma planta sejam considerados como partes de não-raiz da planta que cresceram da semente e estão localizados distantes pelo menos 2,54 cm (1 polegada) da semente a partir da qual que eles emergiram (fora da região da semente), e mais preferencialmente, partes de não-raiz da planta que estão em ou acima da superfície do solo.
[057] Como usado neste documento, frutas são considerados como partes de uma planta que contém sementes e/ou servem para espalhar sementes, e/ou que podem ser removidas de uma planta sem prejudicar sua viabilidade.
[058] De acordo com a presente invenção, o tratamento de
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15/32 semente compreende aplicar uma composição da invenção a uma semente. Embora o presente método possa ser aplicado a uma semente em qualquer estado fisiológico, é preferido que a semente esteja em um estado suficientemente durável e que não cause nenhum dano significante durante o processo de tratamento. Tipicamente, a semente é uma semente que foi colhida do campo; removida da planta; e/ou separada da fruta e qualquer espiga, vagem, talo, casca externa, polpa circundante ou outra material de planta não semente. A semente é preferencialmente também biologicamente estável, contanto que o tratamento não causará nenhum dano biológico à semente, em uma realização, por exemplo, o tratamento pode ser aplicado à semente que foi colhida, limpa e seca em um teor de umidade abaixo de cerca de 15% em peso. Em uma realização alternativa, a semente pode ser uma semente que foi seca e então banhada com água e/ou outro material e então seca novamente antes ou durante o tratamento com uma composição da invenção.
[059] De acordo com uma realização preferida da invenção, a semente a ser tratada é então substancialmente seca. Semente substancialmente seca inclui semente que possui um teor de umidade resultante do fato se a semente foi deixada para equilíbrio em uma atmosfera de ar de 20 a 30 °C e 30-90% de umidade relativa, por exemplo, em 25 °C e 50 % de umidade relativa.
[060] Neste ponto, o tratamento de semente refere-se a todos os métodos que levam as sementes e uma composição da invenção em contato uma com o outro, e revestimento de semente a métodos de tratamento de semente que proporcionam as sementes com uma quantidade dos compostos ativos, ou seja, que gera uma semente que compreende compostos ativos. Em princípio, o tratamento pode ser aplicado à semente em qualquer momento a partir da colheita da semente até a semeadura da
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16/32 semente. A semente pode ser tratada imediatamente antes, ou durante, a plantação da semente, por exemplo usando o método de caixa alimentadora ou caixa plantadora. Contudo, o tratamento pode também ser executado por diversas semanas ou meses, por exemplo, até 12 meses, antes de plantar a semente, por exemplo na forma de um tratamento de revestimento de semente, sem que uma eficácia substancialmente reduzida seja observada.
[061] De maneira expediente, o tratamento é aplicado à semente não semeada. Conforme usado na presente invenção, o termo semente não semeada significa a inclusão da semente em qualquer período da cultura da semente à semeadura no solo para o propósito de germinação e proliferação da planta. Preferencialmente, a semente não é uma semente pré-germinada tal como uma semente de arroz pré-germinada.
Quando é dito que a semente não semeada é tratada, tal tratamento não significa incluir aquelas práticas em que o pesticida é aplicado ao solo, ao invés de diretamente à semente.
[062] Aplicando-se o tratamento à semente antes da semeadura da semente a operação é simplificada. Dessa maneira, as sementes podem ser tratadas, por exemplo, em uma localização central e, então, dispersada para a plantação. Isso permite que a pessoa que planta as sementes evite a manuseio e uso do composto ativo e para meramente manusear e plantar as sementes tratadas de uma maneira que é convencional para sementes não tratadas regulares, o que reduz a exposição humana.
[063] Especificamente, o tratamento de semente segue um procedimento em que a semente é exposta à quantidade especificamente desejada de uma formulação de composição pesticida conforme definido na presente invenção. A composição da presente invenção que é aplicada é
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17/32 uma formulação pesticida de pronto uso. A diluição adicional com água não é necessária para a maioria dos tipos de equipamento de aplicação. Por outro lado, a mistura em tanque com outros produtos de tratamento de semente e/ou a diluição com água são possíveis se exigidas.
[064] As composições de acordo com a invenção que compreendem os compostos A, B, C são adequadas como fungicidas. Essas são distinguidas por uma extraordinária eficácia contra um espectro amplo de fungos fitopatogênicos, incluindo fungos nascidos em solo, que derivam especialmente das classes Plasmodiophoromycetes, Peronosporomycetes (syn. Oomycetes), Chytridiomycetes, Zygomycetes, Ascomycetes, Basidiomycetes e Deu- teromycetes (syn. Fungi imperfecti). Algumas são sistematicamente eficazes e as mesmas podem ser usadas na proteção da cultura como fungicidas foliáceos, fungicidas para revestimento de semente e fungicidas de solo. Além disso, são adequadas para controle de fungos nocivos que, inter alia, ocorrem em madeira e raízes das plantas.
[065] As composições de acordo com a invenção que compreendem os compostos A, B, C são particularmente importantes no controle de uma grande quantidade de fungos fitopatogênicos em várias plantas cultivadas, tais como cereais, por exemplo, trigo, centeio, cevada, triticale, aveia ou arroz; beterraba, por exemplo, beterraba sacarina ou beterraba forrageira; frutas, tais como pomoideas, frutas com caroço ou frutas sem caroço, por exemplo, maçãs, peras, ameixas, pêssegos, amêndoas, cerejas, morangos, framboesas, amoras ou groselhas; plantas leguminosas, tais como lentilhas, ervilhas, soja ou alfafa; plantas oleaginosas, tais como colza, mostarda, azeitonas, girassol, coco, cacau, mamona, dendê, amendoim ou soja; cucurbitáceas, como abóboras, pepino ou melão; plantas de fibras, tais como algodão, linho, cânhamo ou juta; frutas cítricas, tais como laranjas, limões, toranjas ou mandarins; vegetais,
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18/32 como espinafre, alface, espargos, couves, cenouras, cebolas, tomates, batatas, cucurbitáceas ou páprica; plantas da família das lauráceas, tais como abacate, canela e cânfora; plantas de energia e matéria-prima, como milho, soja, colza, cana-de-açúcar ou palmeiras de óleo; milho, tabaco, nozes, café, chá, bananas, videiras (videiras de uvas de mesa e suco de uva); lúpulo; relva; plantas de borracha natural ou plantas ornamentais e florestais, tais como flores, arbustos, árvores de folhas largas ou sempreverdes, por exemplo, coníferas; e no material de propagação de planta, tais como sementes e no material de cultura dessas plantas.
[066] Preferencialmente, as composições de acordo com a presente invenção, que compreendem os compostos A, B, C são usadas para controlar uma grande quantidade de fungos nas culturas de campo, tais como batatas, beterrabas, tabaco, trigo, centeio, cevada, aveia, arroz, milho, algodão, soja, colza, leguminosas, girassois, café ou cana-de-açúcar; frutas, videiras, plantas ornamentais, ou vegetais, tais como pepinos, tomates, feijão ou abóbora.
[067] O termo material de propagação de planta deve ser entendido para denotar todas as partes geradoras de planta tais como sementes e material vegetativo da planta tais como estaquia e tubérculos (por exemplo, batatas), que podem ser usados para a multiplicação da planta. Isso inclui sementes, raízes, frutas, tubérculos, bulbos, rizomas, rebentos, brotos e outras partes de plantas, incluindo mudas e plantas jovens, que devem ser transplantadas depois da germinação ou depois de emergirem do solo. Essas plantas jovens podem ser também protegidas antes da transplantação por um tratamento total ou parcial por imersão ou derramamento.
[068] Preferencialmente, o tratamento do material de propagação de plantas com a composição da presente invenção e as
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19/32 composições dessa, respectivamente, é usado para controlar uma grande quantidade de fungos em cereais, como trigo, centeio, cevada e aveia; arroz, milho, algodão e soja.
[069] O termo plantas cultivadas dever ser entendido como incluindo as plantas que foram modificadas por reprodução, mutagênese ou engenharia genética incluindo, mas não limitado a produtos de biotecnologia agrícolas no mercado ou em desenvolvimento (cf. http://www.bio.org/speeches/pubs/er/agrLproducts.asp). As plantas geneticamente modificadas são plantas cujo material genético foi tão modificado pelo uso de técnicas de DNA recombinante que sob circunstâncias naturais não podem ser prontamente obtidas por reprodução cruzada, mutações ou recombinação natural. Tipicamente, um ou mais genes foram integrados no material genético de uma planta geneticamente modificada a fim de melhorar certas propriedades da planta. Tais modificações genéticas também incluem, mas não são limitadas a modificação pós-traducional alvo de proteína(s), oligo ou polipeptídeos, por exemplo, por glicosilação ou adições de polímero, tais como porções preniladas, acetiladas ou farnesiladas ou porções PEG.
[070] As plantas foram modificadas por reprodução, mutagênese ou engenharia genética, por exemplo, foram feitas tolerantes a aplicações de classes específicas de herbicidas, tais como inibidores de hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD); inibidores de acetolactato sintase (ALS), tais como sulfonil ureias (veja, por exemplo, US 6222100, WO 01/82685, WO 00/26390, WO 97/41218, WO 98/02526, WO 98/02527, WO 04/106529, WO 05/20673, WO 03/14357, WO 03/13225, WO 03/14356, WO 04/16073) ou imidazolinonas (veja, por exemplo, US 6,222,100, WO 01/82685, WO 00/026390, WO 97/41218, WO 98/002526, WO 98/02527, WO 04/106529, WO 05/20673, WO 03/014357, WO 03/13225, WO
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03/14356, WO 04/16073); inibidores de enolpiruvilchiquimato-3-fosfato sintase (EPSPS), tal como glifosato (veja, por exemplo, WO 92/00377); inibidores de glutamina sintetase (GS), tal como glufosinato (veja, por exemplo, EP-A 242 236, EP-A 242 246) ou herbicidas oxinil (veja, por exemplo, US 5559024) como um resultado de métodos convencionais de reprodução ou engenharia genética. Diversas plantas cultivadas foram feitas tolerantes a herbicidas por métodos convencionais de reprodução (mutagênese), por exemplo, colza de verão Clearfield® (Canola, BASF SE, Alemanha) sendo tolerante a imidazolinonas, por exemplo, imazamox. Os métodos de engenharia genética foram usados para tornar as plantas cultivadas tais como soja, algodão, milho, beterraba e colza, tolerantes a herbicidas tais como glifosato e glufosinato, alguns dos quais são disponíveis comercialmente sob as marcas registradas RoundupReady® (tolerante a glifosato, Monsanto, EUA) e LibertyLink® (tolerante a glufosinato, Bayer CropScience, Alemanha).
[071] Ademais, as plantas são também cobertas, que pelo uso de técnicas de DNA recombinante são capazes de sintetizar uma ou mais proteínas inseticidas, especialmente aquelas conhecidas do gênero bacteriano Bacillus, particularmente do Bacillus thuringiensis, tal como δendotoxinas, por exemplo, CrylA(b), CrylA(c), CrylF, CrylF(a2), CryllA(b), CrylllA, CrylllB(bi) ou Cry9c; proteínas inseticidas vegetais (VIP), por exemplo, VIP1 , VIP2, VIP3 ou VIP3A; proteínas inseticidas de bactérias que colonizam nematoides, por exemplo Photorhabdus spp. ou Xenorhabdus spp.; toxinas produzidas por animais, tais como toxinas de escorpião, toxinas de aracnídeos, toxinas de vespa ou outras neurotoxinas de insetos específicos; toxinas produzidas por fungos, tais toxinas de estreptomicetos, lectinas de plantas, tais como lectinas de cevada ou ervilha; aglutininas; inibidores de proteinase, tais como inibidores de tripsina, inibidores de
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21/32 serina protease, inibidores de papaína, patatina ou cistatina; proteínas inibidoras de ribossomos (RIP), tal como ricina, RIP de milho, abrina, lufina, saporina ou briodina; enzimas de metabolismo de esteroide, tais como 3hidroxiesteroide oxidase, ecdiesteroide-IDP-glicosil-transferase, colesterol oxidases, inibidores de ecdisona ou HMG-CoA-redutase; bloqueadores de canal de íon, tais como bloqueadores de canais sódio ou cálcio; esterase de hormônio juvenil; receptores de hormônio diurético (receptores de helicoquinina); estilbeno sintase, bibenzil sintase, quitinases ou glucanases. No contexto da presente invenção, essas proteínas inseticidas ou toxinas devem ser entendidas também como pré-toxinas, proteínas híbridas, proteínas truncadas ou modificadas de outra forma. As proteínas híbridas são caracterizadas por uma nova combinação de domínios de proteína, (veja, por exemplo, WO 02/015701). Os exemplos adicionais de tais toxinas ou plantas geneticamente modificadas capazes de sintetizar tais toxinas são reveladas, por exemplo, em EP A374753, WO 93/007278, WO 95/34656, EP A427529, EP A451878, WO 03/18810 e WO 03/52073. Os métodos para a produção de tais plantas geneticamente modificadas são geralmente conhecidos por versados na técnica e são descritos, por exemplo, nas publicações mencionadas acima. Essas proteínas inseticidas contidas nas plantas geneticamente modificadas transmitem para as plantas que produzem essas proteínas tolerância a pragas nocivas de todos os grupos taxonômicos de artrópodes, especialmente a besouros (Coleoptera), insetos de duas asas (Diptera) e mariposas (Lepidoptera) e nematoides (Nematoda). As plantas geneticamente modificadas capazes de sintetizar uma ou mais proteínas inseticidas são, por exemplo, descritas nas publicações mencionadas acima e algumas dessas estão comercialmente disponíveis tais como YieldGard® (cultivares de milho que produzem a toxina Cry1Ab), YieldGard® Plus (cultivares de milho que produzem as toxinas Cry1 Ab e
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Cry3Bb1), Starlink® (cultivares de milho que produzem a toxina Cry9c), Herculex® RW (cultivares de milho que produzem Cry34Ab1, Cry35Ab1 e a enzima Fosfinotricina-N-Acetiltransferase [PAT]); NuCOTN® 33B (cultivares de algodão que produzem a toxina Cry1Ac), Bollgard® I (cultivares de algodão que produzem a toxina Cry1Ac), Bollgard® Il (cultivares de algodão que produzem as toxinas Cry1Ac e Cry2Ab2); VIPCOT® (cultivares de algodão que produzem a toxina VIP); NewLeaf® (cultivares de batata que produzem a toxina Cry3A); BtXtra®, NatureGard®, KnockOut®, BiteGard®, Protecta®, Bt 11 (por exemplo, Agrisure® CB) e Bt176 da Syngenta Seeds SAS, França, (cultivares de milho que produzem a toxina Cry1Ab e a enzima PAT), MIR604 da Syngenta Seeds SAS, França (cultivares de milho que produzem uma versão modificada da toxina Cry3A, c.f. WO 03/018810), MON 863 da Monsanto Europe S.A., Bélgica (cultivares de milho que produzem a toxina Cry3Bb1), IPC 531 da Monsanto Europe S.A., Bélgica (cultivares de algodão que produzem uma versão modificada da toxina Cry1Ac) e 1507 da Pioneer Overseas Corporation, Bélgica (cultivares de milho que produzem a toxina Cry1 F e a enzima PAT).
[072] Ademais, as plantas são também cobertas, que pelo uso de técnicas de DNA recombinante são capazes de sintetizar uma ou mais proteínas para aumentar a resistência ou tolerância dessas plantas a patógenos fúngicos, virais ou bacterianos. Os exemplos de tais proteínas são chamados de proteínas relacionadas à patogênese (proteínas PR, veja, por exemplo, EP A392225), genes de resistência a doenças de plantas (por exemplo, cultivares de batata, que expressam genes de resistência que agem contra Phytophthora infestans derivado da batata selvagem mexicana Solanum bulbocastanum) ou T4-lisozima (por exemplo, cultivares de batata capazes de sintetizar essas proteínas com resistência contra bactérias tal como Erwinia amylvora). Os métodos para a produção de tais plantas
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23/32 geneticamente modificadas são geralmente conhecidas aos versados na técnica e são descritas, por exemplo, nas publicações mencionadas acima.
[073] Ademais, as plantas são também cobertas, que pelo uso de técnicas de DNA recombinante são capazes de sintetizar um ou mais proteínas para aumentar a produtividade (por exemplo, produção de biomassa, rendimento de grãos, teor de amido, teor de óleo ou teor de proteína), tolerância à aridez, salinidade ou outros fatores ambientais limitantes de proliferação ou tolerância a pragas e patógenos fúngicos, virais ou bacterianos dessas plantas.
[074] Ademais, as plantas são também cobertas, que contêm pelo uso de técnicas de DNA recombinante uma quantidade modificada de substâncias de teor ou novas substâncias de teor, especificamente para melhorar a nutrição humana ou animal, por exemplo, culturas oleaginosas que produzem ácidos graxos de ômega 3 de cadeia longa promotores de saúde ou ácidos graxos de ômega 9 insaturados (por exemplo, colza Nexera®, DOW Agro Sciences, Canadá).
[075] Ademais, as plantas são também cobertas, que contêm pelo uso de técnicas de DNA recombinante uma quantidade modificada de substâncias de teor ou novas substâncias de teor, especificamente para melhorar a produção de matéria prima, por exemplo, batatas que produzem quantidades aumentadas de amilopectina (por exemplo, batata Amflora®, BASF SE, Alemanha).
[076] As composições da presente invenção são particularmente adequadas para controlar as seguintes doenças de planta:
[077] Albugo spp. (ferrugem branca) em plantas ornamentais, vegetais (por exemplo, A. Candida) e girassois (por exemplo, A. tragopogonis); Alternaria spp. (mancha de Alternaria) em vegetais, colza (A. brassicola ou brassicae), beterrabas (A. tenuis), frutas, arroz, soja, batatas
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24/32 (por exemplo, A. solani ou A. alternata), tomates (por exemplo, A. solani ou A. alternata) e trigo; Aphanomyces spp. em beterrabas e vegetais; Ascochyta spp. em cereais e vegetais, por exemplo, A. tritici (antracnose) no trigo e A. hordei na cevada; Bipolaris e Drechslera spp. (teleomorfo: Cochliobolus spp.), por exemplo, Queima das folhas do sul (D. maydis) ou Queima das folhas do norte (B. zeicola) no milho, por exemplo, mancha marrom (B. sorokiniana) em cereais e, por exemplo, B. oryzae em arroz e relvas; Blumeria (anteriormente Erysiphe) graminis (oídio) em cereais (por exemplo, no trigo ou cevada); Botrytis cinerea (teleomorfo: Botryotinia fuckeliana: mofo cinzento) em frutas e bagas (por exemplo, morangos), vegetais (por exemplo, alface, cenoura, aipo e repolhos), colza, flores, videiras, plantas florestais e trigo; Bremia lactucae (míldio) em alface; Ceratocystis (syn. Ophiostoma) spp. (podridão ou apodrecimento) em árvores de folhas largas e sempre verdes, por exemplo, C. ulmi (Doença de olmo holandês) em olmos; Cercospora spp. (manchas foliares de Cercospora) no milho (por exemplo, mancha foliar cinza: C. zeae-maydis), arroz, beterrabas (por exemplo, C. beticola), cana de açúcar, vegetais, café, soja (por exemplo, C. sojina ou C. kikuchii) e arroz; Cladosporium spp. em tomates (por exemplo, C. fulvum: mofo foliar) e cereais, por exemplo, C. herbarum (espiga negra) no trigo; Claviceps purpurea (doença dos cereais) em cereais; Cochliobolus (anamorfo: Helminthosporium de Bipolaris) spp. (manchas nas folhas) no milho (C. carbonum), cereais (por exemplo, C. sativus, anamorfo: B. sorokiniana) e arroz (por exemplo, C. miyabeanus, anamorfo: H. oryzae); Colletotrichum (teleomorfo: Glomerella) spp. (antracnose) em algodão (por exemplo, C. gossypii), milho (por exemplo, C. graminicola: Antracnose de podridões de colmo), frutas sem caroço, batatas (por exemplo, C. coccodes: pontos negros), feijão (por exemplo, C. lindemuthianum) e soja (por exemplo, C. truncatum ou C. gloeosporioides);
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Corticium spp., por exemplo, C. sasakii (queima das bainhas) no arroz; Corynespora cassiicola (manchas nas folhas) na soja e plantas ornamentais; Cycloconium spp., por exemplo C. oleaginum em oliveiras; Cylindrocarpon spp. (por exemplo, cancro de árvores frutíferas ou declínio de vinha jovens, teleomorfo: Nectria ou Neonectria spp.) em árvores frutíferas, videiras (por exemplo, C. liriodendri, teleomorfo: Neonectria liriodendri: Doença de pé negro) e plantas ornamentais; Dematophora (teleomorfo: Rosellinia) necatrix (podridão da raiz e caule) na soja; Diaporthe spp., por exemplo, D. phaseolorum (tombamento) na soja; Drechslera (syn. Helminthosporium, teleomorfo: Pyrenophora) spp. no milho, cereais, tal como cevada (por exemplo, D. teres, mancha-reticular) e trigo (por exemplo, D. tritici-repentis: mancha bronzeada), arroz e relva; Esca (perecimento, apoplexia) em videiras, causado pela Formitiporia (syn. Phellinus) punctata, F. mediterranea, Phaeomoniella chlamydospora (antes Phaeoacremonium chlamydosporum), Phaeoacremonium aleophilum e/ou Botryosphaeria obtusa; Elsinoe spp. em pomoideas (E. pyri), frutas sem caroço (E. veneta: antracnose) e videiras (E. ampelina: antracnose); Entyloma oryzae (carvão da folha) em arroz; Epicoccum spp. (mofo negro) em trigo; Erysiphe spp. (oídio) em beterrabas (E. betae), vegetais (por exemplo, E. pisi), tais como cucurbitáceas (por exemplo, E. cichoracearum), repolhos, colza (por exemplo, E. cruciferarum); Eutypa lata (Eutypa cancro ou perecimento, anamorfo: Cytosporina lata, syn. Libertella blepharis) em árvores frutíferas, videiras e madeiras ornamentais; Exserohilum (syn. Helminthosporium) spp. no milho (por exemplo, E. turcicum); Fusarium (teleomorfo: Gibberella) spp. (apodrecimento, podridão de raiz ou tronco) em várias plantas, tal como F. graminearum ou F. culmorum (podridão de raiz, giberela e sarna) em cereais (por exemplo, trigo ou cevada), F. oxysporum em tomates, F. solani na soja e F. verticillioides no milho; Gaeumannomyces graminis (mal-do-pé) em
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26/32 cereais (por exemplo, trigo ou cevada) e milho; Gibberella spp. em cereais (por exemplo, G. zeae) e arroz (por exemplo G. fujikuroi: doença Bakanae); Glomerella cingulata em videiras, pomoideas e outras plantas e G. gossypii no algodão; complexo de coloração de grãos no arroz; Guignardia bidwellii (podridão negra) em videiras; Gymnosporangium spp. em plantas rosáceas e zimbros, por exemplo G. sabinae (ferrugem) em peras; Helminthosporium spp. (syn. Drechslera, teleomorfo: Cochliobolus) no milho, cereais e arroz; Hemileia spp., por exemplo, H. vastatrix (ferrugem de folha de café) no café; lsariopsis clavispora (syn. Cladosporium vitis) em videiras; Macrophomina phaseolina (syn. phaseoli) (podridão de raiz e tronco) na soja e algodão; Microdochium (syn. Fusarium) nivale (mofo neve rosa) em cereais (por exemplo, trigo ou cevada); Microsphaera diffusa (oídio) na soja; Monilinia spp., por exemplo, M. laxa, M. fructicola e M. fructigena (queima de galhos e flores, podridão parda) em frutas com caroço e outras plantas rosáceas; Mycosphaerella spp. em cereais, bananas, frutas sem caroço e amendoim, tal como por exemplo M. graminicola (anamorfo: Septoria tritici, mancha de Septoria) no trigo ou M. fijiensis (doença de Sigatoka negra) em bananas; Peronospora spp. (míldio) em repolho (por exemplo, P. brassicae), colza (por exemplo, P. parasitica), cebolas (por exemplo, P. destructor), tabaco (P. tabacina) e soja (por exemplo, P. manshurica); Phakopsora pachyrhizi e P. meibomiae (ferrugem de soja) na soja; Phialophora spp. por exemplo, em videiras (por exemplo, P. tracheiphila e P. tetraspora) e soja (por exemplo P. gregata: podridão de tronco); Phoma lingam (podridão de raiz e tronco) na colza e repolho e P. betae (podridão de raiz, mancha foliar e tombamento) em beterrabas; Phomopsis spp. em girassois, videiras (por exemplo P. viticola: cana e mancha foliar) e soja (por exemplo, podridão de tronco: P. phaseoli, teleomorfo: Diaporthe phaseolorum); Physoderma maydis (manchas marrons) no milho; Phytophthora spp. (apodrecimento, podridão
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27/32 de raiz, tronco, folha e fruta) em várias plantas, tal como páprica e cucurbitáceas (por exemplo P. capsici), soja (por exemplo, P. megasperma, syn. P. sojae), batatas e tomates (por exemplo, P. infestans: requeima) e árvores de folhas largas (por exemplo, P. ramorum: morte súbita de carvalho); Plasmodiophora brassicae (hérnia) no repolho, colza, rabanete e outras plantas; Plasmopara spp., por exemplo P. viticola (míldio de parreira) em videiras e P. halstedii em girassois; Podosphaera spp. (oídio) em plantas rosáceas, lúpulo, pomoideas e frutas sem caroço, por exemplo, P. leucotricha em maçãs; Polymyxa spp., por exemplo, em cereais, tal como cevada e trigo (P. graminis) e beterrabas (P. betae) e através disso, doenças virais transmitidas; Pseudocercosporella herpotrichoides (mancha ocular, teleomorfo: Tapesia yallundae) em cereais, por exemplo trigo ou cevada; Pseudoperonospora (míldio) em várias plantas, por exemplo P. cubensis em cucurbitáceas ou P. humili no lúpulo; Pseudopezicula tracheiphila (doença de podridão parda da haste ou podridão Brenner, anamorfo: Phialophora) em videiras; Puccinia spp. (ferrugens) em várias plantas, por exemplo, P. triticina (ferrugem de folha ou marrom), P. striiformis (ferrugem amarela ou de listras), P. hordei (Ferrugem-da-folha), P. graminis (ferrugem negra ou de tronco) ou P. recondita (ferrugem de folha ou marrom) em cereais, tal como, por exemplo, trigo, cevada ou centeio, e aspargos (por exemplo, P. asparagi); Pyrenophora (anamorfo: Drechslera) triticirepentis (mancha bronzeada) no trigo ou P. teres (mancha-reticular) na cevada; Pyricularia spp., por exemplo, P. oryzae (teleomorfo: Magnaporthe grisea, brusone de arroz) no arroz e P. grisea na relva e cereais; Pythium spp. (tombamento) na relva, arroz, milho, trigo, algodão, colza, girassois, soja, beterrabas, vegetais e várias outras plantas (por exemplo, P. ultimum ou P. aphanidermatum); Ramularia spp., por exemplo, R. collo-cygni (manchas nas folhas de Ramularia, manchas nas folhas fisiológicas) na cevada e R. beticola em
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28/32 beterrabas; Rhizoctonia spp. no algodão, arroz, batatas, relva, milho, colza, batatas, beterrabas, vegetais e várias outras plantas, por exemplo, R. solani (podridão de raiz e tronco) na soja, R. solani (queima da bainha) no arroz ou R. cerealis (queima de primavera de Rhizoctonia) no trigo ou cevada; Rhizopus stolonifer (mofo negro, podridão mole) em morangos, cenoura, repolho, videiras e tomates; Rhynchosporium secalis (escaldadura) na cevada, centeio e triticale; Sarocladium oryzae e S. attenuatum (podridão da bainha) no arroz; Sclerotinia spp. (podridão de tronco ou mofo branco) em vegetais e culturas de campo, tal como colza, girassois (por exemplo, S. sclerotiorm) e soja (por exemplo, S. rolfsii ou S. sclerotiorum); Septoria spp. em várias plantas, por exemplo S. glycines (mancha marrom) na soja, S. tritici (mancha de Septoria) no trigo e S. (syn. Stagonospora) nodorum (mancha de Stagonospora) em cereais; Uncinula (syn. Erysiphe) necator (oídio, anamorfo: Oidium tuckeri) em videiras; Setospaeria spp. (queima das folhas) no milho (por exemplo, S. turcicum, syn Helminthosporium turcicum) e relva; Sphacelotheca spp. (carvão) no milho, (por exemplo, S. reiliana: carvão do topo), sorgo e cana de açúcar; Sphaerotheca fuliginea (oídio) em cucurbitáceas; Spongospora subterranea (sarna pulverulenta) em batatas e, através disso, doenças virais transmitidas; Stagonospora spp. em cereais, por exemplo, S. nodorum (mancha de Stagonospora, teleomorfo: Leptosphaeria [syn. Phaeosphaeria] nodorum) no trigo; Synchytrium endobioticum nas batatas (verruga negra da batateira); Taphrina spp., por exemplo, T. deformans (doença de enrolamento foliar) em pêssegos e T. pruni (casca de ameixa) em ameixas; Thielaviopsis spp. (podridão de raiz negra) em tabaco, pomoideas, vegetais, soja e algodão, por exemplo, T. basicola (syn. Chalara elegans); Tilletia spp. (cárie comum ou carvão fétido) em cereais, tal como, por exemplo, T. tritici (syn. T. caries, cárie do trigo) e T. controversa (cárie do trigo) no trigo; Typhula incarnata (mofo de neve
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29/32 cinza) na cevada ou trigo; Urocystis spp., por exemplo, U. occulta (carvão de tronco) no centeio; Uromyces spp. (ferrugem) em vegetais, tal como feijão (por exemplo, U. appendiculatus, syn. U. phaseoli) e beterrabas (por exemplo, U. betae); Ustilago spp. (carvão da cana de açúcar) em cereais (por exemplo, U. nuda e U. avaenae), milho (por exemplo, U. maydis: carvão do milho) e cana de açúcar; Venturia spp. (sarna) em maçãs (por exemplo, V. inaequalis) e peras; e Verticillium spp. (apodrecimento) em várias plantas, tal como frutas e plantas ornamentais, videiras, frutas sem caroço, vegetais e culturas de campo, por exemplo, V. dahliae em morangos, colza, batatas e tomates.
[078] As composições da presente invenção são também adequadas para controlar fungos nocivos na proteção de produtos armazenados ou colheita e na proteção de materiais. O termo proteção de materiais deve ser entendido para denotar a proteção de materiais técnicos e não vivos tais como, adesivos, colas, madeira, papel e papelão, têxteis, couro, dispersões de tinta, plásticos, lubrificantes refrescantes, fibra ou tecidos, contra a infestação e destruição por microorganismos nocivos, tais como fungos e bactérias. Quanto à proteção da madeira e outros materiais, a atenção especial é dada aos seguintes fungos prejudiciais: Ascomycetes tal como Ophiostoma spp., Ceratocystis spp., Aureobasidium pullulans, Sclerophoma spp., Chaetomium spp., Humicola spp., [079] Petriella spp., Trichurus spp.; Basidiomycetes tal como Coniophora spp., Coriolus spp., Gloeophyllum spp., Lentinus spp., Pleurotus spp., Poria spp., Serpula spp. e Tyro- myces spp., Deuteromycetes tal como Aspergillus spp., Cladosporium spp., Penicillium spp., Trichorma spp., Alternaria spp., Paecilomyces spp. e Zygomycetes tal como Mucor spp., e adicionalmente na proteção de produtos armazenados
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30/32 e colheita os seguintes fungos de levedura são dignos de nota: Candida spp. e Saccharomyces cerevisae.
Exemplos [080] A invenção é ilustrada pelos seguintes exemplos, sem ser limitada a esses.
Exemplo 1: Estabilidade [081] A medição da estabilidade da composição da presente invenção com uso de um éster de ácido láctico concede os resultados resumidos abaixo:
Tabela 1
Características e condição do experimento Suspo-emulsão baseada em EHL suspo-emulsão baseada em RME suspo-emulsão baseada em BC
Tamisamento em água 150pm fresca 0,00 0,00 0,00
Tamisamento em água depois do armazenamento 2W -10/+10 0,1 0,3% 0,00
Tamisamento em água depois do armazenamento 8W -5/+30 0,1 0,00 0,9%
[082] Nesse exemplo, EHL é lactato de etil-hexila, RME é oleato de metila e BC is butileno carbonato. O tamisamento em água é um teste padrão para checar que o tamanho de partícula continua constante (tamanho de peneira = 150 pm). Os regimes de armazenamento são conforme segue:
8W-5/+30 = 8 semanas de armazenamento em uma câmara climática com ciclagem de temperatura entre - 5 °C e +30 °C
2W -10/+10 = 2 semanas de armazenamento em uma câmara climática com ciclagem de temperatura entre -10 °C e +10 °C [083] Os resultados dos experimentos acima mostram a habilidade do EHL de estabilizar a distribuição de tamanhos de partícula do
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SE de acordo com a presente invenção variando-se a temperatura de armazenamento durante um tempo limitado de observação (entre 2 a 8 semanas) comparado a outro solvente (REM e BC).
Exemplo 2: Formulação
Exemplo 2a: preparação da solução S: compostos A e B no
EHL
Para 1000 g de EHL a 40 °C foram adicionados 419,3 g de Piraclostrobina com uma pureza de 95,4% e 240 g de Metalaxil com uma pureza de 100% e 100 g de Atlas G-5000 e 80 g de Atlox 4914 até que 1839,3 g de uma solução clara S foi obtida.
Exemplo 2b: preparação da emulsão E
492 g de água foram inseridos em um misturador de alto cisalhamento Silverson. Durante o cisalhamento a 3000 rpm, 368 g da solução S do Exemplo 2a foram adicionados para chegar a 860 g de uma emulsão E de livre fluxo, branca leitosa.
Exemplo 2c: preparação da dispersão D:
Para 175 g de água foram adicionados 274 g de triticonazol com uma pureza de 91 % e 10 g de Soprophor 4D384 e 35 g de Atlox 4913 e 30 g de Glicerol. Essa mistura é moída primeiro em um moinho mecânico (brandname PUC) e então em um moinho de esferas (KDL-Dynomill da Bachofen) até que 90% das partículas tenham um tamanho < 4 pm conforme determinado pela difração a laser. Depois de moer 499 g de produto branco leitoso foram recuperados e foram completados com 1,4 g de um antiespumante de silício, 28,5 g de uma solução de 2% de goma xantana e 1 g do biocida Acticide MBS para chegar a 546 g de dispersão D
Exemplo 2: preparação da suspo-emulsão:
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Para 860 g de Emulsão E obtida no exemplo 2b foram adicionados 185 g de Dispersão D do Exemplo 2c para obter 1045 g de uma suspo-emulsão de livre fluxo, branca leitosa.
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Claims (3)

Reivindicações
1. COMPOSIÇÃO DE SUSPO-EMULSÃO PESTICIDA caracterizada pelo fato de que compreende:
(i) dois compostos pesticidas A e B dissolvidos em um éster de ácido láctico e em que:
(a) ambos A e B possuem pontos de fusão abaixo de 90 °C (b) ambos A e B são selecionados a partir da seguinte lista: piraclostrobina, metalaxil, mefenoxam, trifloxistrobina, imazalil, procloraz e ipconazol com a condição de que A seja diferente de B;
(ii) pelo menos um composto pesticida C presente em partículas sólidas, e que possui um ponto de fusão de 90 °C e superior;
(iii) água;
(iv) e, opcionalmente, auxiliares de formulação;
em que o éster de ácido láctico é éster de ácido láctico de alquila saturada C4 a C12 ou éster de ácido láctico de alquila ramificada saturada C4 a C12 ou misturas dos mesmos, em que a ramificação é etila.
2/3 lactato de 2-etil-hexila (EHL).
6. COMPOSIÇÃO, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo fato de que a razão ponderal entre o éster de ácido láctico e a soma dos compostos A e B é de 1:1 a 10:1.
7. COMPOSIÇÃO, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizada pelo fato de que a razão ponderal entre o éster de ácido láctico e o composto C é de 1:1 a 50:1.
8. MÉTODO PARA PREPARAR A COMPOSIÇÃO DE SUSPO-EMULSÃO PESTICIDA, conforme definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que compreende:
(a) dissolver compostos A e B no éster de ácido láctico, resultando em uma solução pré-formada S;
(b) e misturar S com o composto C, água e, se presentes, os auxiliares de formulação.
9. USO DE UMA COMPOSIÇÃO DE SUSPO-EMULSÃO, conforme definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que é para o tratamento de plantas ou semente.
10. MÉTODO PARA COMBATER FUNGOS FITOPATOGÊNICOS, caracterizado pelo fato de que compreende contatar material de propagação de planta com uma suspo-emulsão, conforme definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 7.
11. MÉTODO PARA COMBATER FUNGOS FITOPATOGÊNICOS e/ou aumentar a saúde de plantas, caracterizado pelo fato de que compreende contatar plantas, semente, solo ou habitat de plantas com uma composição de suspo-emulsão, conforme definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 7.
12. MÉTODO PARA TRATAR SEMENTES, caracterizado pelo fato de que compreende contatar as sementes com uma quantidade eficaz de
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2. COMPOSIÇÃO, de acordo com reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o composto A é piraclostrobina e o composto B é metalaxil.
3. COMPOSIÇÃO, de acordo com a reivindicação 1 a 2, caracterizada pelo fato de que o composto C é selecionado a partir da lista de fludioxonil, boscalida, triticonazol e azoxistrobina.
4. COMPOSIÇÃO, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizada pelo fato de que o éster de ácido láctico é selecionado a partir do grupo que consiste em lactato de 2-etil-hexila, lactato de heptila e lactato de octila e misturas dos mesmos.
5. COMPOSIÇÃO, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizada pelo fato de que o éster de ácido láctico é
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3/3 uma composição de suspo-emulsão, conforme definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 7.
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